Sexualidade



Sexualidade é um termo amplamente abrangente que engloba inúmeros fatores e dificilmente se encaixa em uma definição única e absoluta.
Teoricamente, a sexualidade assim como a conhecemos, inicia-se juntamente à puberdade ou adolescência, o que deve ocorrer por volta dos 12 anos de idade (Art. 2º – Estatuto da Criança e do Adolescente). Entretanto, em prática, sabemos que não se configura exatamente desta forma.
O termo “sexualidade” nos remete a um universo onde tudo é relativo, pessoal e muitas vezes paradoxal. Pode-se dizer que é traço mais íntimo do ser humano e como tal, se manifesta diferentemente em cada indivíduo de acordo com a realidade e as experiências vivenciadas pelo mesmo.
Para a especialista, esse "grude" pode resultar em gravidez indesejada já que após o relacionamento sexual o casal fica ainda mais ligado emocionalmente e muitos, sentem-se "donos" um do outro. Mas, estão longe da maturidade. É dever dos pais colocar os pés no freio, impor limites, aconselhar e buscar dosar o relacionamento, jamais se acomodarem e achar que ao estar "namorando" os filhos estão livres do perigo. Educar é um ato diário, árduo e insistente, alerta a psicóloga.

Já que na época actual um homem normalmente não tem o seu futuro assegurado antes dos 25 anos (e, às vezes, aos trinta ainda não o tem), um namoro que começa na adolescência está “condenado”, em princípio, a ser excessivamente longo. Nessas condições, costuma perder o entusiasmo e o vigor inicial. Além disso, apresentam-se situações moralmente muito perigosas pela frequência com que os namorados se expõem a situações amorosas. Se não estiverem em condições de casar-se num prazo relativamente curto ou, pelo menos, razoável, o namoro tende a converter-se numa espécie de beco sem saída que prejudica o equilíbrio dos dois jovens.

Em segundo lugar, é preciso mencionar com destaque a pornografia difundida pelos meios de comunicação. Difundem-se diariamente imagens eróticas de todo o tipo, numa sociedade que parece literalmente obcecada pelo sexual. A literatura, o cinema, a televisão, as revistas, o teatro, a música, tudo estimula os adolescentes e os jovens a dar livre curso a tendências que por si só não são nada fáceis de governar na idade em que se encontram.
SENSUALIDADE:
LASCÍVIA (Rm 1.27).Conduta vergonhosa, como sensualidade, imoralidade sexual, libertinagem, luxúria (Mc 7.22; Gl 5.19).

Sabe-se que a adolescência é uma fase muito complicada da vida, e que os adolescentes passam por mudanças bruscas; no momento só querem saber de diversão, nem sempre optando pela decisão mais sensata.

O que realmente ocorre é que para os pais, seus filhos nunca crescem - sempre serão pequenos como ao nascer. Acham que não têm responsabilidade para resolver seus problemas sozinhos, querem sempre tê-los sobre o calor e carinho de suas “asas”.
Os pais têm um pouco de razão nisso, eis que a única intenção é proteger os seus filhos, resguardando-os das enrascadas da vida, sobretudo dos vários problemas que uma vida a dois pode proporcionar. Contudo, é importante encontrar o limite para essa “super-proteção”, pois em considerável parcela das ocorrências, esta acaba sendo encarada, pelo adolescente, como uma verdadeira “prisão” (tiram a liberdade dos filhos, uma das coisas mais importantes e desejadas por eles), e quando o adolescente precisar encarar a realidade não saberá se defender sozinho, ou seja, os pais acabam contribuindo para a “confecção” de um filho totalmente dependente, sem iniciativa, e, sobretudo, desprevenido para com os problemas do mundo moderno.

Nós pais precisamos, saber o momento certo de aceitar a individualidade dos filhos. Se casados então mais ainda, quando o filho casa, quando chega a maior idade, continua filho, deve-se respeito, porém o equilibrio precisa esatar evidente.

A faixa etária de garotas com 14 a 17 anos, que ficam grávidas é extremamente grande. Um filho indesejado e na adolescência pode ser um grande problema, no qual, quase sempre é resolvido na forma mais incorreta, o aborto.
Mais de 50 milhões de bebês são abortados por ano em todo o mundo. A crueldade com a criança que ainda se encontra no útero da mulher, é terrível. Ela sente uma dor inimaginável. Às vezes quando o aborto é feito “tarde”, a criança pode até nascer viva e morrer em seguida. 

Não existe o gene homossexual. O homossexual não nasce, se faz. Não é possível demonstrar cientificamente que a homossexualidade está ligada à herança genética ou que a tendência a ser homossexual esteja determinada desde o nascimento. O que está demonstrado e que é defendido por um amplo e respeitável sector científico é que a prevalência da tendência homossexual obedece a factores ambientais e está condicionada pela própria psicologia e educação. Qualquer pessoa pode realizar actos homossexuais se quiser e pode também deixar de realizá-los se quiser. Por isso, a maioria dos homossexuais pode deixar de sê-lo como a terapia clínica tem demonstrado... Um ambiente favorável à homossexualidade aumenta o número deles nesse ambiente; por outro lado, em um ambiente onde a homossexualidade é tolerada mas não propagada, diminui o número de homossexuais.


Legalizar o casamento homossexual significa por toda a máquina educativa do Estado a serviço do homossexualismo político. Se o casamento gay é legal, isto será ensinado nas escolas. Os livros textos das crianças explicarão a doutrina que as associações homossexuais tenham indicado: que a homossexualidade é normal, que é bom ter dois pais e duas mães, que as crianças devem experimentar sua sexualidade para descobrir que sexo lhes atrai mais e que as pessoas que se opõem à homossexualidade (como os pais das crianças cristãs) são intolerantes. ´De de se supor que cada seriado de televisão terá seu par de homossexuais ou lésbicas com crianças, convivendo felizes para exemplo e edificação de tantos casamentos com problemas. De fato, há na Espanha centros de “scouts” e de ócio infantil que activamente difundem já esta ideologia.

Obs:
 O texto acima foi extraido do blog: A Saúde da Alma.

Acredito que meninos devem ser criados como meninos e meninas como meninas, para o menino; bola e carro de brinquedo e para a menina que tal boneca e um eletros domésticos de brinquedo lógico.
Os pais devem orientar seus filhos para o tempo certo do namoro e contatos físicos, o pai ou mãe tem este direito e dever.
"Lésbica é a mulher que alimenta forte emoção e afeto por outra mulher, incluindo ou não relações eróticas." (MOTT, O lesbianismo no Brasil , p. 15.)

A palavra “homossexual” aparece publicada pela primeira vez em 1869, em um panfleto em que Kertbeny discute a proibição da sodomia pelo Código Penal prussiano.

o Pequeno Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa define “lesbianismo” como sendo “Um dos vícios sensuais contra a natureza; aberração do instinto sexual”;Esse mesmo dicionário de 1939 traz o termo “homossexual” como um adjetivo, “Referente a atos sensuais entre indivíduos do mesmo sexo; que pratica esses atos”.
originalmente referia-se somente às habitantes da ilha de Lesbos, na Grécia. Na antigüidade, entre os séculos VI e VII a.C., morava naquela ilha a poetisa Safo, admirada por seus poemas sobre amor e beleza, em sua maioria dirigidos às mulheres. Por esta razão, o relacionamento sexual entre mulheres passou a ser conhecido como lesbianismo ou safismo.
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