sábado, 31 de outubro de 2009

SABEDORIA

A semelhança entre a água que bebemos e a graça que vem de Deus:

A água refrigera e apaga a sede.
A água da graça apaga os ardores do pecado.

A água lava as manchas do corpo.
A água purifica as manchas da alma.

A água é a única bebida necessária ao corpo.
A graça é o único remédio para a alma.

A água alimenta as plantas.
A graça faz crescer as virtudes.
Riquezas
O sábio Benjamim Franklin, ouviu pacientemente um rapaz queixar-se da ansiedade e da inquietude provocadas pela muitas riquezas, e o mesmo não sabia o porque. Benjamim Franklin, vendo ali perto um cesto com maçãs, chamou um menino e lhe deu uma maçã. Como era natural, o menino encheu-se de alegria.

Antes que a criança tivesse tempo de levar a maçã a boca, o filósofo apanhou outra maçã e deu-a ao menino. Logo a seguir, apanhou outra maçã e deu-a à criança. Ele não conseguiu segurar a terceira maçã, ela caiu e rolou para longe, como não conseguia recuperar, caiu em pranto e recusou-se a contentar-se com as duas.


´´Atenta bem para o que vês, um homem pequeno com demasiada riqueza para poder gozá-lo. Esse menino sentia-se feliz com as duas maçãs; porém possuindo três, tudo se transformou em tristeza até fazê-lo chorar, -concluiu o filósofo- já sabes porque razão as riquezas não outorgam paz de espírito.``


O homem cético.

No mês de setembro de 1938, um homem que morava em uma ilha próxima à cidade de Nova Iorque, satisfez um de seus maiores desejos, isto é, comprou um barômetro dos melhores que havia à venda.

Logo que chegou em casa ficou aborrecido, pois ao observar o barômetro o mesmo indicava a presença de um furacão, tentou de tudo e não adiantava, continuava indicando a presença do furacão.

O homem então resolveu escrever uma carta à casa vendedora, protestando, no dia seguinte o dono do barômetro foi a Nova Iorque e colocou a carta no correio. A tarde quando regressava ao lar, não encontrou mais a sua casa nem barômetro nem nada. Um furacão havia destruídos todas as casas do local.

O barômetro estava certo; quem estava errado era o dono, que não queria aceitar a indicação do instrumento.

Toda a glória para Deus.
Certa noite na cidade de Milão, na Itália, o mais famoso violinista Vitelli, apareceu no palco e os aplausos estrugiram como poucas vezes acontece. As notas mais doces e sublimes, Vitelli arrancava das cordas de seu instrumento e fazia-as chegar aos ouvidos da assistência compostas de conhecedores e amantes da boa música. De repente o artista parou de tocar; afinou o instrumento e tentou tocar, mas não conseguiu. Depois, sem vacilar, o artista tomou o instrumento,colocou no chão e com toda força de seus corpo, pisou-o, fê-lo em pedaços.

As pessoas agora o vaia, para eles era algo imperdoável; o artista tomou outro violino, e como que inspirado, arrebatou o auditório com a magistral execução de melodias.

Ao findar a audição, o mesmo público que vaiou o artista, sem perceber qualquer diferença, aplaudiu demoradamente o violinista.
O diretor do auditório apareceu e explicou ao público que o violino que Vitelli quebrará, não era o violino raro e de alto preço e sim um violino barato que não correspondera à confiança do artista. O diretor acrescentou: o que o artista quis dizer ao quebrar o violino era o seguinte, o violino sem o violinista nada vale; quem valoriza o instrumento é o artista, e não o instrumento a si próprio.


´´quando nada parece ajudar, eu vou e olho o cortador de pedras martelando sua rocha, talvez cem vezes, sem que uma só rachadura apareça. No entanto, na centésima primeira martelada, a pedra se abre em duas, e eu sei que não foi aquela a que conseguiu, mas todas as que vieram antes.``

( Jacob Riis)
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