sábado, 26 de junho de 2010

Resposta do Jogador Káka a Jornalista

2 Timóteo 4:3 Pois virá tempo em que os homens não suportarão a sã doutrina, mas desejosos de ouvir coisas agradáveis, cercar-se-ão de mestres segundo os seus desejos,
No texto abaixo o jogador de futebol Káka, fala de críticas que vem sofrendo devido a sua fé. Que através deste episódio possamos ver e entender que estamos em uma batalha espiritual.
Infelizmente muitos não crêem que há um Deus criador, que enviou o seu filho Jesus Cristo para pagar o preço que nos era contrário; através do senhor Jesus Cristo o homem é salvo do lago de fogo preparado para Satanás e seus adeptos.
Disse Káka o seguinte:
´´Há algum tempo os canhões do Juca Kfouri são disparados contra mim e o que me deixa triste é que essas críticas não são pelo futebol, mas porque ele tem problemas comigo por causa da minha religião. O problema dele em relação a mim é minha fé em Jesus Cristo. Da mesma forma que respeito ele como ateu, queria que ele me respeitasse pela minha fé em Jesus Cristo".


Hebreus 11:25 escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus do que ter o gozo do pecado por algum tempo;
Que surjam verdadeiros Cristãos dispostos a dar a sua vida em prol da obra de Deus na terra, muitos anónimos sofrem perseguição igual e até pior por professar a fé em Cristo Jesus.
A morte é só um cavalo que montamos e dizemos: Me leve para a Glória!

sábado, 19 de junho de 2010

Comentário bíblico

JUÍZES

INTRODUÇÃO

I. O TÍTULO

O Livro dos Juízes (em hebraico shophetim) é assim chamado devido aos diversos personagens nele descritos, que Jeová destinara a libertar as tribos de Israel e a "julgar" o povo do Senhor, não quer dizer que necessariamente teriam de governá-lo, mas executar o juízo ou julgamento de Deus. O vocábulo shophetim tem analogia com a palavra fenícia sufetas, que mais tarde serviu para designar os magistrados cartagineses, quando, cerca de 1.000 anos depois, vieram a desempenhar funções idênticas às dos juízes no dizer de alguns escritores romanos. Na literatura samaritana são por vezes conhecidos por "reis". É o segundo livro dos chamados "Profetas Anteriores" na Bíblia hebraica, precedendo Samuel e Reis e seguindo Josué.

II. O FUNDO HISTÓRICO
O presente livro trata dos acontecimentos que se seguiram dois ou três séculos depois da entrada das tribos de Israel em Canaã sob a chefia de Josué (cerca de 1250-1200 a.C.). Este período coincide com o início da Idade de Ferro no Médio Oriente, quando se descobriu o novo processo da sua fundição, mais comum que o cobre e o estanho, componentes do metal que dera o nome à precedente Idade de Bronze, mas não tão fácil de trabalhar. Há, naturalmente alguns exemplos isolados de utensílios preparados séculos antes de ferro meteorítico, mas o fabrico ainda era tão diminuto que não trazia grandes vantagens à civilização. Só com o decorrer dos tempos se foi verificando as aplicações que o precioso metal poderia ter não somente na agricultura e na indústria, mas sobretudo na guerra. Julga-se ter sido descoberto na Ásia Menor oriental, precisamente na região de Kizzuwatna, pertencente ao Império hitita, cerca do ano 1400 a.C. Tanto assim, que o vocábulo hebraico barzel, com que se designa o ferro, deriva dum termo hitita: barzillu. Os reis dos hititas, bem como os do Império vizinho de mitani, procuraram por todos os meios guardar o segredo da produção e tomaram medidas enérgicas acerca da produção e exportação do ferro. Os últimos daqueles monarcas chegaram a enviar presentes de ferro aos faraós, até que o Império mitani foi esfacelado pelos hititas cerca de 1370 a.C. Mas quando Ramessés II escreveu ao rei hitita Hatusilis III cerca de 1260 a.C. pedindo-lhe um fornecimento de ferro, o seu real "irmão" desculpou-se sob vários pretextos e apenas lhe enviou uma espada. Tal política de reserva e segredo, como aliás ainda hoje existe, não podia ser duradoura; e pelo ano 1200 a.C. no Médio Oriente, com as suas grandes civilizações, a Idade do Bronze passou, com o unir dos grandes Impérios e a Idade do Ferro inicia-se com invasões bárbaras.

No Velho Testamento surgem as primeiras peças de ferro no leito de Ogue, rei de Basã (#Dt 3.11) nos carros dos cananeus (#Js 17.16), e os novecentos carros de ferro do capitão Sísera (#Jz 4.3); finalmente, nos diversos objetos fabricados exclusivamente pelos filisteus com prejuízo dos filhos de Israel (#1Sm 13.19-22).

A entrada dos israelitas em Canaã e a conseqüente fixação ao solo da tão desejada Terra da Promissão deu-se na altura do grande movimento de povos (possivelmente migrações em larga escala nas estepes da Eurásia), que implicava a queda dos impérios do Rei Minos, dos hititas e dos micênios. Canaã era o centro do grande movimento das hordas invasoras, tanto do mar, como da terra. As relações deste país tornaram-se cada vez mais íntimas, sobretudo com o Egito sob a dinastia asiática dos hicsos (cerca de 1720-1580 a.C.), e os reis da décima oitava dinastia (1580-1319), que expulsaram os governadores hicsos, e anexaram Canaã ao Império egípcio. Mas no fim daquela dinastia vemos as cidades orientais de Canaã atacadas por um povo chamado habiru, nome atribuído a grupos semi-nômades que circulavam através de toda a Ásia Ocidental desde o século XVIII a XIII a.C. A palavra "habiru" pode identificar-se com "hebreus", nome do povo a que pertenciam os israelitas, o que não quer dizer que estes habiru fossem os mesmos, e só esses, que penetraram em Canaã sob a chefia de Josué. A correspondência diplomática do reinado de Akhnaton (1377-1360), revelada nos documentos descobertos em Tell-el-Amarna em 1887, contém desesperados pedidos de auxilio dos governadores da província de Canaã contra o usurpador habiru, auxílio esse que aliás nunca chegou a concretizar-se.

Já na décima nona dinastia (1319-1200) registrou-se uma tentativa por parte dos faraós de levar a cabo a reconquista de Canaã, o que deu origem a graves conflitos com o império hitita ao norte da Palestina. Depois da batalha indecisiva de Cades, no Alto Orontes, em 1297, os dois imperadores firmaram um tratado (cerca de 1280) e concordaram em delimitar os seus estados, embora o fizessem com toda a prudência, visto que ambos tinham razão de olhar ansiosamente para novas ameaças. O rei hitita foi ameaçado pelos assírios a oriente, enquanto a ocidente os Ahhiyawa (aqueus?) os iriam apoquentar, acossados por outros povos vindos do interior da Europa. Quanto ao Egito, o litoral do grande país dos faraós começou a ser atacado por bandos de piratas vindos pelo mar, armados, mais tarde repelidos por Merenptah (cerca de 1230 a.C.), tal como foi dominada uma ação conjunta levada a cabo por outros corsários no reinado de Ramessés III (cerca de 1194). Nestas condições, e impossibilitados de se estabelecerem no Egito, esses invasores dirigiram-se às costas de Canaã. Destes, os mais notáveis eram os filisteus, que tão larga ação iriam exercer em grande parte em Canaã até ao reinado de Davi (1010-970), dando mesmo à região um nome derivado desse povo: Síria Filistina, (Gr. Syria Palaistine).

III. A ERA DOS JUÍZES

Neste breve resumo histórico convém fixar a entrada dos israelitas em Canaã e a era dos juízes. Sendo difícil determinar com exatidão a data da conquista, sugeriram-se várias entre os anos 1400 e 1200 a.C., de forma a considerar-se a era dos juízes entre 1250 e 1050 a.C.

J. Garstang, no seu livro "Joshua-Judges", ao designar o ano de 1400 como a data provável da entrada em Canaã, relacionando-a com a tomada de Jericó, arquitetou um sistema de coincidências da cronologia do Egito e de Israel no período dos juízes, dando a entender que os sucessivos períodos de "tranqüilidade" no tempo dos juízes correspondem aos da influência egípcia na Palestina. Quanto aos períodos de "opressão", esses coincidiriam com os anos em que enfraquecera o poderio egípcio, e os cananeus e outros povos circunvizinhos podiam agir com grande liberdade. Nada, há, porém, de concreto quanto à data da invasão de Canaã, muito menos na que foi apresentada por Garstang, pois não parece que até ao séc. XIII a.C. os reis da Transjordânia se tenham estabelecido, com seus estados já formados quando terminou a penosa viagem através do deserto. Acrescenta ainda o mesmo autor que todos os juízes foram consecutivos, o fato é que alguns surgiram simultaneamente em diferentes lugares do país.

Mesmo depois das escavações arqueológicas em Jericó, tudo leva a supor que o referido autor antecipou a data da tomada daquela cidade algumas décadas, e até talvez mais de um século. Na opinião avisada de W. F. Albright, a data mais provável seria fixada nos fins do séc. XIV ou princípios do XIII. Nas pegadas dum célebre arqueólogo francês, L. H. Vincent, inclina-se para a segunda metade deste último século. Para uma discussão de todos os aspectos e questões relacionadas, veja-se H. H. Rowley, From Joseph to Joshua (1950).

IV. SERÁ O AUTOR DO LIVRO UM VERDADEIRO HISTORIADOR

O apelido de "Pai da História" é atribuído, e com razão, ao historiador grego Heródoto, que viveu na segunda metade do séc. V a.C. Os seus predecessores não passavam de meros cronistas, porque o verdadeiro historiador é algo mais que um simples narrador de fatos: é o observador das operações fundamentais das causas e dos efeitos; é o filósofo que apresenta os acontecimentos como a expressão de princípios básicos. Mas sob este aspecto pode dizer-se que Heródoto teve predecessores entre os historiadores de Israel, para quem a história era a narração das relações de Deus com o Seu povo e mesmo com outros povos, cujas causas profundas foram investigadas minuciosamente pelos historiadores, os quais procuravam as causas e os fins ou propósitos de Deus. Diz-se que os historiadores citados desde Josué até 2Reis demonstram à evidência a filosofia deuteronômica da história, assim designada por encontrar expressão clara no Deuteronômio. Assim a causa da prosperidade vai encontrar raízes na obediência à vontade de Deus e sobretudo na fuga dos deuses particulares (baalismo) de Canaã, com o seu culto cheio de imoralidade; a adversidade não passava de conseqüência infalível pelo afastamento desse caminho, sem dúvida estreito e restrito. Na estrutura do livro dos Juízes é mais que evidente essa atitude. Quando o povo, abandonando o culto de Jeová, passava a servir os deuses estranhos, normalmente era vítima duma agressão por parte dum povo que os oprimia. Israel então clamava por socorro e o Senhor ouvia-o, enviando-lhe um libertador.

E não se diga ser piedosa ficção este processo de historiar os acontecimentos. Enquanto as tribos mantiveram a sua lealdade a Jeová e à aliança do Sinai, simbolizada na arca, foram unidas e fortes; mas logo que seguiram os deuses pagãos, desfez-se o elo de união que as irmanava e, enfraquecendo-se, lentamente caíram na divisão e na ruína. Os períodos de libertação eram geralmente acompanhados dum regresso à fé que aprenderam no deserto, por cuja força, apesar de serem nômades, podiam derrubar as mais civilizadas nações de Canaã.

V. DATA E COMPOSIÇÃO DO LIVRO

A propósito da data em que foi composto o livro, vejamos as seguintes indicações: as palavras "todos os dias que a casa de Deus esteve em Silo" (#Jz 18.31) implicam num tempo posterior à destruição de Silo em vida de Samuel; em segundo lugar, a expressão "naqueles dias não havia rei em Israel" (#Jz 17.6; #Jz 18.1; etc.) lembram uma época durante a monarquia; finalmente, as palavras "até o dia do cativeiro da terra" (#Jz 18.30) indicam provavelmente o cativeiro assírio no século VIII a.C., isto é, o êxodo da população da Galiléia, ordenado por Tiglate-Pileser III em 732.

A "filosofia da história" do autor do livro pode sugerir uma data posterior à reforma de Josias (621 a.C.), que foi baseada na readmissão do código-lei do Deuteronômio. Lembra E. Robertson no seu livro, The Old Testament Problem (1950), página 159 e segs., que só por argumentos internos se pode provar pertencer o livro a uma época em que era notável a rivalidade entre judeus e samaritanos. É certo que #Jz 1.21 se refere naturalmente a uma data anterior à tomada de Jerusalém pelo rei Davi (cerca de 1003 a.C.), e #Jz 1.29 lembra uma data também anterior à conquista de Gezer por Salomão (cerca de 950). Mas estes textos apenas vêm provar que as partes componentes do livro foram escritas, na maioria, muito antes da sua composição final. O autor teve à sua disposição antigos materiais, como o Cântico de Débora (#Jz 5.1-31), contemporâneo do acontecimento a que se refere. E é através desses materiais que o autor expõe a sua filosofia da história. A parte principal do livro-a narração da freqüente tendência para a idolatria, a opressão estrangeira e a libertação por um "salvador" -é colocada desta forma na estrutura da obra: "E os filhos de Israel prevaricaram na presença do Senhor, e então o Senhor entregou-os nas mãos de A, rei de B, que os oprimiu durante X anos. Eles então clamaram ao Senhor, que lhes enviou o salvador C, filho de D, que os libertou das mãos do dito A, rei de B, trazendo a paz a Israel e um período de Y anos de paz (ou: julgou Israel durante tantos e tantos anos)".

Nas tragédias aludidas fala-se da opressão de Cusã-Risataim, de Eglom, de Jabim, de Midiã, de Amom e dos filisteus com as correspondentes libertações efetuadas por Otniel, Eúde, Débora e Baraque, Gideão, Jefté e Sansão. Esta parte principal dos Juízes (#Jz 3-16) contém ainda o episódio de Sangar (#Jz 3.31), a história de Abimeleque (#Jz 9.1-57) e breves comentários aos cinco juízes menores: Tola, Jair, Ibsã, Elom e Abdom (#Jz 10.1-5; #Jz 12.8-15). Como a servir de introdução, faz-se um breve resumo da conquista da terra (#Jz 1.1-2.10), recolhido de outras fontes primitivas, algumas partes das quais se encontram também em Josué, e no âmbito da filosofia da história do autor procura-se explicar como é que tantos povos pagãos puderam ainda ficar em Canaã (#Jz 2.11-3.4). A concluir, mais duas narrativas separadas, referindo-se cronologicamente à primeira parte da era dos juízes, que não tinham sido incorporadas na primitiva estrutura do livro: a emigração da tribo de Dã (#Jz 17-18) e a guerra contra Benjamim (#Jz 19-20), a ilustrarem ambas as péssimas condições daqueles dias "em que não havia rei em Israel, e cada qual fazia o que parecia direito aos seus olhos" (#Jz 17.6).

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Copa do Mundo #### ROGERIO BRUM

Quer dizer que os ´´caras`` ou ´´chefões``, não querem que falem de JESUS CRISTO na copa do mundo.


Pois os jogadores tem o direito de agradecer a Deus o seu talento.
você não acha???

JESUS CRISTO É MAIOR DO QUE UMA COPA DO MUNDO, ELE AMA A HUMANIDADE NÃO ESTA CORRUPÇÃO TODA!!!
Extraido de um jornal:
A Fifa pediu aos jogadores de futebol moderação na expressão de fé durante a Copa da África do Sul, que começa em 10 dias. Um comunicado já foi enviado às federações de futebol dos países que disputarão a competição na tentativa de impedir que seus atletas festejem gols e vitórias com mensagens religiosas. E o Brasil é um dos que mais preocupam a Fifa quando se trata de manter religião e futebol separados. O uso de mensagens escritas em camisetas por baixo do uniforme já é proibido. Mas, em várias ocasiões, atletas têm esperado o final da partida para rezar e exibir mensagens.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O que é Fruto do Espírito.

Hábitos Mentais:
Amor - o Espírito santo inspira na alma aquele amor a Deus e aos homens que é o cumprimento da lei. 1 Co 13.1-9


Alegria - profundo regozijo no coração tal  como bebedeiras e outras obras da carne jamais podem produzir. Fp 4.4; Rm 14.7
Paz - o senso de harmonia no coração no que tange a Deus e ao homem, aquela paz de Deus que guarda o coração contra todas as preocupações e tremores que pretendem invadi-lo. Fp 4.7


Qualidade Sociais:
Longanimidade - paciência passiva debaixo das injurias ou danos sofridos. 2 Co 1.6; 2 Co 6.6
Benignidade - a bondosa disposição para com o próximo.


Bondade - beneficência activa assim um passo além da benignidade. At 11.24

Princípio Gerais de conduta:
Fidelidade - aqui fala de fé e lealdade. Tt 2.10


Mansidão - o temperamento especialmente cristão de não defender de unhas e dentes os próprios direitos. Mt 5.5; 11.29 e 2 Co 10.1

domínio próprio - geralmente traduzido por ´´temperança`` ou ´´auto-controle``. A ideia sugerida é a do individuo que sabe controlar firmemente seus desejos e paixões. At 24.25; 2 Pe 1.6

Elaborado por: Presbítero Rogerio Brum Rodrigues

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