sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Como se mede o tempo?


Ano Juliano

Um ano tem a duração exata de 365,25 dias, numerados seqüencialmente a partir do início do período Juliano. Nos anos bissextos, tem 366 dias de duração, nos outros, o ano tem 365 dias.

Ano Sabático

O ano sabático acontecia a cada sete anos e era o ano de descanso para os judeus. Foi calculado do ano 1451 a.C. até 70 d.C., época em que o estado de Israel foi destruído pelo general romano Tito.

Ano do Mundo

O número do ano desde a criação em 23 de outubro de 4004 a.C., de acordo com Ussher (Essa data é o dia do primeiro domingo após o equinócio de outono naquele ano.). Note que o ano do mundo pula dois anos julianos, aproximadamente três meses de um ano e os nove meses seguintes do ano juliano seguinte.

Calendário

Este calendário calcula datas entre 1 de janeiro de 4713 aC e 28 de fevereiro de 2100 dC. Foi adicionado para verificar e corrigir quaisquer erros nos cálculos de Ussher.

Ao especificar:

O calendário calculará:

Data do calendário

Dia da semana

Dia juliano

Números de ciclos

Ano juliano

Ano mundial

Todas as entradas de dados podem ser digitadas em letras maiúsculas ou minúsculas.

Como especificar uma Data de Calendário.

As datas podem ser digitadas de diversas formas.

Mês, Dia, Ano, Hora

Mês pode ser: janeiro, fevereiro, março, abril, maio, junho, julho, agosto, setembro, outubro, novembro ou dezembro.

Pode ser especificado como um número entre 1 e 12 ou como uma seqüência de caracteres que identifica um único mês. Geralmente, as três primeiras letras do mês já são suficientes.

Dia é um número entre 1 e 31, dependendo do mês.

Ano é um número entre 1 e 4713. Para digitar anos a.C. (BC), especifique BC depois da data. Os anos BC (a.C.) vão de 1 a 4713. Se não houver indicação em contrário, serão considerados d.C. (AD). Os anos AD (d.C.) vão de 1 a 2100.

 

Período especifica manhã como AM e tarde como PM. Isto afeta apenas o número do dia juliano.

Exemplos

Mês Jan Out 6 4

Dia 1 23 8 9

Ano 1997 4004 BC 5 ad 497 bc

Período am PM pm AM

Ano com estação anexa

a - outubro a dezembro

b - janeiro a março

c - abril a junho

d - julho a setembro

 

 

Presume-se que a data seja o primeiro dia do primeiro mês daquele trimestre. Presume-se que o período seja PM (após o meio-dia).

Exemplos

Ano 1997a 404c BC 33b AD 45d BC

Ano mundial sem estação anexa

Presume-se que a data seja o primeiro dia do primeiro mês do quarto trimestre do ano juliano.

AM precisa vir após o ano.

Presume-se que o período seja PM (após o meio-dia).

Exemplos

Ano 1997 AM 404 am

 

 
Ano mundial com estação anexa

a - outubro a dezembro

b - janeiro a março

c - abril a junho

d - julho a setembro

Presume-se que a data seja o primeiro dia do primeiro mês daquele trimestre. AM precisa vir após o ano. Presume-se que o período seja PM (após o meio-dia).

Exemplos

Ano 1997a AM 404c am

 

Quando a data estiver especificada, clique no botão Data de Calendário para que sejam calculadas as informações correlatas.

O ano pode ser especificado em Olimpíadas ou desde a fundação de Roma.

Em nnn.m op, nnn é o número da Olimpíada e m é o ano na Olimpíada. A primeira ocorreu em 1 de julho de 776 aC. (1,1 OP) . Em nnn auc, nnn é o ano desde a fundação de Roma, que ocorreu em 22 de abril de 753 aC. (1 AUC)

Para especificar o dia juliano

Especifique o número de qualquer dia juliano de 0 a 2488143

Quando o número for especificado, clique no botão Dia Juliano para calcular as informações correlatas.

Para especificar ciclos

Especifique o ciclo interdito como um número entre 1 e 15.

Especifique o ciclo lunar como um número entre 1 e 19.

Especifique o ciclo solar como um número entre 1 e 28.

Cada ano pode ser identificado especificamente por estes três ciclos. Quando o número estiver especificado, clique no botão Data em ciclos para que sejam calculadas as informações correlatas.

Restrições

As datas de calendário que seguem o calendário inglês de 14 de setembro de 1752 em diante. Não há reservas para as datas entre 15 de outubro de 1582 e 14 de setembro de 1752 ou para o calendário russo de 14 de setembro de 1752 até a reforma do calendário ocorrida após a revolução russa.

Até 2 de setembro de 1752, todas as datas eram calculadas de acordo com o calendário juliano. Depois de 14 de setembro, os cálculos utilizam o calendário gregoriano. A finalidade principal deste calendário é facilitar o estudo da história antiga, e não de eventos modernos.

AUC Roma

O período de tempo que começa em 22 de abril de 753 a.C., dia em que Roma foi fundada. Ussher cita que Fabius Pictor, o escritor latino mais antigo, declarou que Roma foi fundada nesta data. O relato de Varro a situa 5 anos mais cedo, em 10 de abril de 748 a.

Ciclo Interdito

O número do ano entre 1 e 15 estabelecido por Constantino. O ano 313 tem um número interdito de 1. Esse período era utilizado para impostos e contabilidade no Império Romano.

Ano Jubileu

O Ano Jubileu era o quadragésimo nono ano (ciclo de 49 anos) de um ciclo de sete anos sabáticos (ver Ano Sabático). É calculado de 1451 a.C. até 70 d.C., quando o estado judeu foi destruído pelo general romano Tito. Veja Ussher sobre o ano 2609 AM.

Olimpíadas

Os ciclos de 4 anos começando em 1º de julho de 776 a.C. o quarto ano da décima olimpíada é escrito 10.4.

Ciclo Lunar

O ciclo consiste de 19 anos ou 235 órbitas completas da lua ao redor da Terra. O primeiro ano do clico é 1 e assim sucessivamente. Com essa informação, é possível calcular as fases da lua em qualquer ano (podem ser necessárias algumas correções pequenas, uma vez que o ciclo é um pouco mais longo do que 19 anos).

Ciclo Solar

Um período composto de exatamente 28 anos. Esse é o tempo mínimo necessário para que cada dia de um ano caia exatamente no mesmo dia da semana em que caiu no ciclo anterior. O primeiro ano do ciclo é o número 1 e assim por diante.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Ensinamento acerca da vida e da morte



Quando estava à beira da morte, Alexandre, "O Grande", convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:
1. Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos mais eminentes médicos da época;
2. Que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...); e
3. Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões.
Alexandre explicou:
1. Quero que os mais eminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3. Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

sábado, 23 de novembro de 2013

Vangelo mondo

LEZIONE 1 - c'è un solo Dio
La Bibbia dice che c'è un Dio solo . Giacomo 2:19 , Eph. 4
1 - Il Dio che ha creato tutte le cose , e che porta alla loro creazione e la sostiene .
Ge . 01:01 , Salmo 24:1
2 - Il Dio che ha creato l'uomo .
Ge . 1:26,27 ; Ge . 2:21,22
3 - Il Dio che merita adorazione e l'onore e la lode della sua creazione .
Salmo 100:1-3 , Salmo 96 : 1-6
4 - Il Dio che perdona e salva .
Isa. 55:6-7 , John 3:16-1
LEZIONE 2 - C'È UNA SOLA FEDE
Ef . 04:04
La fede è l'unico mezzo per la salvezza dell'uomo Eph . 02:08 . Anche se l'uomo ha la tendenza a credere , la fede di per sé non lo salverà .
1 - La fede che genera la signoria di Cristo .
Atti 2:36 , Efesini 4:5
2 - La fede che genera il pentimento e la conversione .
Marco 02:05 , Marco 01:15 , Luca 07:09
3 - La fede che genera la fede nella parola di Dio e del Suo amore .
Giovanni 15,9-10 , Tito 1:09
4 - La fede che genera l'amore per le anime perdute .
IITim . 4:2, Atti 13:48
5 - La fede che porta l'uomo al cielo per mezzo di Gesù Cristo.
Giovanni 14:1-3 , Filippesi 3:20 .
 LEZIONE 3 - C'È SOLO UN MEDIATORE
I Timoteo 2:5
Gli uomini avevano bisogno di una riconciliazione con il Creatore . Per questa riconciliazione se era necessario che Gesù Cristo a mediare un riavvicinamento tra l'uomo e Dio. . Romani 5:10
1 - L'umanità ha bisogno di un mediatore che facilita l'accesso a Dio. .
Gál . 03:20 , I Tim 2:5, Eb . 24:24
2 - Gesù è il mediatore per eccellenza . Questo è il motivo per cui lui è ancora vivo .
Eb . 09:15 , Eb 08:06
I morti non può mediare , perché sono morti .
La risurrezione di Cristo è diventato il mediatore per sempre .
3 - Gesù Cristo possedeva una natura umana e le altre Divine .
Natura Divina : Giovanni 1:1-4 , 14,18 -I Giovanni 5:20 , Matteo 1:20,23 .
Human Nature : Luca 2:52 , Giovanni 11:35
Gesù è stata del 100 % uomo e il 100 % Dio. . E 'l'unico e il mediatore più perfetta .
 LEZIONE 4 - C'È SOLO UN MODO
Erroneamente il detto popolare dice: "Tutte le strade portano a Dio "
Giovanni 14:6 , Geremia 32:39
1 - Al tempo di Gesù c'erano molte fedi che predicavano e difese la fede in un Dio unico . Bad categoricamente dichiarato che egli era Gesù, l'unico modo. Giovanni 15:04 , Isaia 35:8 , Salmo 16:11
2 - Il cammino verso Dio è una linea retta senza deviazioni , curve o increspature .
Giovanni 15:06 , Salmo 18:30 , Salmo 92:15
3 - Viviamo in un tempo in cui ci sono molti "percorsi" mostrato agli uomini , indicando dio. Non lasciatevi sedurre da nessuno di essi . Vedere ciò che dice la Bibbia . Matteo 7:21-23 ; Prov . 14:12, Prov . 16:25
 STUDIO 1 - LA SECONDA NASCITA
Gli uomini sono destinati a due tipi di nascita : la nascita di carne e sangue , cioè , la nascita della donna e la nascita dello Spirito che è la trasformazione spirituale dell'uomo . Giovanni 3:6-7
1 - La prima nascita è il disegno della natura carnale dell'uomo. Questo è il primo parto .
Giobbe 14:1 , Salmo 51:5 , Galati 4:29 .
a- La nascita secondo la carne porta il virus del peccato nella vita umana . Romani 5:12 , Romani 5:18-19
b - La nascita della carne significa appartenere ad aderire Adonica . I Cor 15:48 un
2 - La seconda nascita è la purificazione dei peccati e la giustificazione dal pentimento .
I Giovanni 3:09 , Giovanni 05:18
a- La seconda nascita è la trasformazione della natura carnale umana di natura spirituale . Giovanni 3:6-7
b - l'uomo è l' adozione a figli di Dio accettando Gesù Cristo . Giovanni 1:11-13 , Romani 8:23 , Galati 4:4-5 , Efesini 1:5.
 STUDIO 2 - I FIGLI DI DIO
A differenza di quanto molti pensano Dio non ha molti figli legittimi . Solo Gesù è il vero figlio legittimo e unico di Dio . Giovanni 3:16 , Luca 3:22 , Luca 1:32
1 - Gli uomini sono creature e non figli di Dio. .
a - Dio creò l'uomo ( Gen. 1 : 27 : 02:07 )
b - Dio fatto uomo per essere la corona della sua creazione , per governare gli animali . ( Gen 2,19)
c - L'uomo è il capolavoro di Dio . ( Gen 1,26)
2 - Gli uomini possono diventare figli di Dio e non per appartenenza o dessendência , ma solo di adozione . ( Gal 4,4-5 , Efesini 1 : . 4-5 , Romani 8:15 )
3 - Gli uomini possono essere accettate solo da Dio come figli adottivi se accettano Gesù Cristo. Giovanni 1:11-13
Solo gli uomini che sono nati dallo Spirito Santo di Dio possono essere considerati figli di Dio. . Dio è spirito , e quelli che lo adorano devono adorarlo in spirito e verità .
 STUDIO 3 - SECONDA MORTE
Sin generato due tipi di morte : morte fisica e la morte spirituale . La morte fisica è nominato per tutti gli uomini ( Eb 9:27 ) . La morte spirituale solo coloro che non hanno accettato il figlio di Dio come Signore non ci sarà vivendo . La seconda morte è la totale assenza di Dio .
1 - L'inferno è dove regna la seconda morte . Morte eterna . Matteo 25:41 , Apocalisse 20:14-15
Gli uomini che non hanno accettato la salvezza di Gesù , sperimenteranno la morte seconda . Apocalisse 20:15 , Apocalisse 21:8
2 - La seconda morte è la morte spirituale dell'uomo . Matteo 10:28
3 - Salvato in Gesù Cristo, sperimenteranno la morte seconda . Rivelazione 02:11 , Apocalisse 20:06 , Giovanni 08:51 , Giovanni 5:24

Mundial Evangelismo

LIÇÃO 1 - EXISTE UM SÓ DEUS
A Bíblia diz que existe um único Deus. Tiago 2:19, Ef. 4
1- O Deus que Criou Todas as coisas, e que conduz a sua criação e sustenta.
Gên. 1:1; Sal. 24:1

2- O Deus que criou o homem.
Gên. 1:26,27; Gên. 2:21,22

3- O Deus que merece a adoração, a honra e o louvor da sua criação.
Sal. 100:1-3; Sal. 96: 1-6

4- O Deus que perdoa e Salva.
Isa. 55:6-7; João 3:16-1

LIÇÃO 2 - EXISTE UMA SÓ FÉ
Ef. 4:4

A fé é o único meio para a salvação do homem Ef. 2:8. Ainda que o homem tenha a disposição para crer, a fé por si mesma não irá salvá-lo.
1- A fé que gera o senhorio de Cristo.
Atos 2:36; Efésios 4:5

2- A fé que gera arrependimento e conversão.
Marcos 2:5; Marcos 1:15; Lucas 7:9

3- A fé que gera convicção na palavra de Deus e no seu amor.
João 15:9-10; Tito 1:9

4- A fé que gera amor pelas almas perdidas.
IITim. 4:2; Atos 13:48

5- A fé que conduz o homem ao céus através de Jesus Cristo.
João 14:1-3; Filipenses 3:20.

 LIÇÃO 3 - EXISTE UM SÓ MEDIADOR
I Timoteo 2:5

Os homens precisavam de uma reconciliação com o Criador. Para que esta reconciliação se desse foi necessário que Jesus Cristo mediasse a aproximação entre o homem e Deus. Romanos 5:10
1- A humanidade necessitava de um mediador, que facilitasse o acesso a Deus.
Gál. 3:20; I Tim 2:5; Heb. 12:24

2- Jesus é o mediador por Excelência. Eis a razão porque ele permanece vivo.
Heb. 9:15; Heb 8:6
Os mortos não podem mediar, porque estão mortos.
A ressurreição de Cristo o tornou mediador para sempre.

3- Jesus Cristo possuía uma natureza humana e outra Divina.
Natureza Divina: João 1:1-4, 14,18-I João 5:20;  Mateus 1:20,23.
Natureza Humana: Lucas 2:52; João 11:35
Jesus era 100% homem e 100% Deus. É o único e o mais perfeito mediador.

 LIÇÃO 4 - EXISTE UM SÓ CAMINHO
Erroneamente o ditado popular diz: "Todos os caminhos conduzem a Deus"
João 14:6; Jeremias 32:39

1- Na época de Jesus existiam muitos credos que, pregavam e defendiam a crença em um só Deus. Más categoricamente Jesus afirmou que ele era o único caminho. João 15:4; Isaías 35:8; Salmos 16:11
2- O caminho para Deus é uma linha reta sem desvios, curvas ou ondulações.
João 15:6; Salmos 18:30; Salmos 92:15

3- Vivamos numa época em que muitos são os "caminhos" mostrados aos homens, indicando Deus. Não se deixe seduzir por nenhum deles. Veja o que diz a Bíblia. Mateus 7:21-23; Prov. 14:12; Prov. 16:25
 ESTUDO 1 - O SEGUNDO NASCIMENTO
Os homens estão destinados a dois tipos de nascimento: o nascimento da carne e do sangue, ou seja, o nascimento de mulher e o nascimento do Espírito que é a transformação espiritual do homem. João 3:6-7
1- O primeiro nascimento é a concepção da natureza carnal do homem. Este é o primeiro nascimento.
Jó 14:1; Salmos 51:5; Gálatas 4:29.
a- O nascimento segundo a carne traz consigo o vírus do pecado na vida humana. Romanos 5:12; Romanos 5:18-19
b- O nascimento segundo a carne significa pertencer a filiação adônica. I Cor. 15:48a

2- O segundo nascimento é a purificação e a justificação dos pecados mediante o arrependimento.
I João 3:9; I João 5:18
a- O segundo nascimento é a transformação da natureza carnal humana em natureza Espiritual. João 3:6-7
b- É a adoção do homem como filho de Deus mediante a aceitação de Cristo Jesus. João 1:11-13; Romanos 8:23; Gálatas 4:4-5; Efésios 1:5.

 ESTUDO 2 - OS FILHOS DE DEUS
Diferentemente do que muitos pensam Deus não possui muitos filhos legítimos. Apenas Jesus é o verdadeiro Legítimo e único filho de Deus. João 3:16; Lucas 3:22; Lucas 1:32
1- Os homens são criaturas e não filhos de Deus.
a- Deus criou o homem (Gen. 1: 27: 2:7)
b- Deus fez o homem para ser coroa da sua criação, para dominar sobre os animais. (Gen 2:19)
c- O homem é a obra prima de Deus. (Gen 1:26)

2- Os homens podem torna-se filhos de Deus não por filiação ou dessendência, mas unicamente por adoção. (Gal 4:4-5; Ef. 1: 4-5; Rom 8:15)
3- Os homens só podem ser aceito por Deus como filhos adotivos, se aceitarem Jesus Cristo. João 1:11-13
Só os homens que nasceram do Espírito Santo de Deus podem ser considerados filhos de Deus. Deus é Espirito e importa que os seus adoradores, o adorem em espírito e em verdade.
 ESTUDO 3 - SEGUNDA MORTE
O pecado gerou dois tipos de mortes: a morte física e a morte espiritual. A morte física está ordenado a todos os homens (Heb. 9:27). A morte espiritual apenas aqueles que não aceitaram, o filho de Deus como Senhor haverão de experimentar. A segunda morte é a ausência total de Deus.
1- O inferno é o local onde reina a segunda morte. A morte eterna. Mateus 25:41; Apocalipse 20:14-15
Os homens que não aceitaram a salvação de Jesus, experimentarão a segunda morte. Apocalipse 20:15; Apocalipse 21:8

2- A segunda morte, é a morte espiritual do homem. Mateus 10:28

3- Os salvos em Jesus Cristo não experimentarão a segunda morte. Apocalipse 2:11; Apocalipse 20:6; João 8:51; João 5:24

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

SANSÃO - TIPO DO HOMEM MODERNO; NÃO QUER PAGAR O PREÇO.

Jz 14. 5-9

I-  Sétima servidão e foi a mais longa; 40 anos servindo a Filistia.
.Pois boa parte o juiz Sansão não tomou seu lugar.

II- Sansão fez 12 grandes façanhas:
.Ele despedaçou um leão com suas próprias mãos.
.Matou 30 homens.
.Capturou 300 raposas.
.Matou 1000 homens com uma queixada de jumento.
.Arrancou as portas da entrada da cidade.
.Arrebentou cordas novas que o prendia.

III. Ele gostava de brincadeiras, enigmas, mulheres ímpias e escondia atos dos pais.

IV. O grande ato seu foi na sua morte, onde entendeu o papel de juiz e não o de um rapaz enfurecido.

sábado, 2 de novembro de 2013

O bispo Ambrosio desafia a imperatriz

Os soldados cercaram a catedral de Milão. O bispo Ambrosio recebeu ordens da imperatriz Justina para abdicar do controle do prédio, mas ele não se moveu. A guarda germânica do imperador preparou-se para executar as ordens da imperatriz. A guarda não apenas tinha grande lealdade à imperatriz, mas os germanos, provavelmente, eram também arianos, ao passo que o bispo seguia os ensinamentos ortodoxos do Concilio de Nicéia.
Muitos esperavam o massacre dos infiéis reunidos na catedral, mas os observadores ouviram o som de salmos ecoando pelo ar. A força imperial deparou com uma fé inabalável.
O homem em quem esse conflito estava centralizado — o bispo Ambrosio — era um dos líderes mais fortes que a igreja já conhecera. O jovem Ambrosio, filho de um dos mais altos oficiais do governo de Constantino, fora criado para seguir os passos de seu pai. Quando terminou seus estudos em Direito, foi nomeado governador do território em volta da cidade de Milão. Muitos o consideravam um líder justo e altamente capaz.
Na época em que Ambrosio ocupava a posição de governador, um ariano chamado Auxêncio ocupou a posição de bispo de Milão. O bispo morreu em 374, e um grande tumulto se levantou enquanto a igreja tentava escolher o sucessor. Devido ao seu papel governamental, Ambrosio foi até lá para abrandar a contenda.
De repente, alguém começou a gritar: 'Ambrosio para bispo!". O restante das pessoas se juntou ao coro.
O único problema era que Ambrosio nem sequer fora batizado. Embora já acreditasse em Cristo havia bastante tempo, continuava um iniciante na fé. Mas isso não tinha a menor importância. A aclamação popular fez com que, em somente oito dias, ele fosse consagrado o novo bispo de Milão, queimando as diversas etapas — o batismo e muitos cargos intermediários — que eram requeridas para alcançar esse cargo.
O arianismo perdera seu poder. O último imperador do Oriente a defender essa causa foi Valente, morto em 378. Graciano, imperador do Ocidente, indicou o general Teodósio para governar a metade oriental do império, a partir de Constantinopla. Em 380, os dois imperadores promulgaram um édito declarando o cristianismo niceno a religião de todo o reino. Isso terminou por destruir a seita ariana, exceto em algumas terras distantes, entre os godos e entre alguns membros da família imperial.
Ambrosio levou bastante a sério sua nova posição como bispo. Estudou as Escrituras, assim como os pais da igreja, com intensidade, e começou a pregar todos os domingos. Ele sempre fora um grande orador e agora seu discurso tinha ainda mais profundidade. Basilio de Cesaréia, um de seus contemporâneos, descreveu Ambrosio como "um homem notável por seu intelecto, por sua linhagem ilustre e por sua notoriedade na vida e no dom da palavra, um objeto de admiração de todos neste mundo".
Um de seus admiradores era um escritor de discursos chamado Agostinho. Este jovem cartaginês já pesquisara o maniqueísmo e fora atraído pelos pagaos de Roma. Fora mandado para Milão como professor e retórico do imperador adolescente Valentiniano n. Naqueles dias, o poder imperial estava baseado em Milão, mas o Senado, em Roma, ainda era influente. De maneira geral, os senadores ainda abraçavam os antigos modos pagãos romanos, mas os imperadores eram cristãos. É bem possível que Agostinho tenha sido mandado pelos pagãos do Senado para ajudar a influenciar o jovem imperador.
Por razões políticas, Agostinho tornou-se catecúmeno na igreja cristã. Durante esse processo, entrou em contato com Ambrosio e ficou impressionado com a humildade e o poder do bispo. Mais tarde, por meio do testemunho de um dos ajudantes de Ambrosio, Agostinho se converteu (v. mais detalhes sobre Agostinho no próximo capítulo).
Ambrosio também ficou conhecido como compositor de hinos. Até mesmo no século iv a música na adoração levantava controvérsias. Os críticos temiam que as experiências musicais de Ambrosio criassem mania pelos hinos. Por isso, não é de surpreender que um cântico fosse ouvido durante o cerco da catedral de Milão, naquele dia do ano de 385. É bem possível que uma das cantoras fosse Mônica, a dedicada mãe de Agostinho.
Porém, foi outra mulher que criou o conflito naquele dia. Justina era a mãe do imperador Valentiniano, o sucessor de Graciano como o governador do Império Romano do Ocidente. Ela era o poder por trás do trono. Como ariana, queria reclamar para si a catedral de Ambrosio, assim como outra igreja em Milão, para que pudessem ser usadas pelas congregações arianas. Ambrosio se recusou a ceder a catedral. Ela enviou os soldados. O palco estava preparado para o derramamento de sangue.
No entanto, as tropas se dispersaram. Ninguém sabe o porquê. Alguns acham que Ambrosio pode ter feito com que uma mensagem chegasse até Teodósio, homem fervoroso, não-ariano, que governava o Oriente. Talvez a mensagem para Valentiniano, ameaçando a fúria de Teodósio, tenha feito com que o jovem suprimisse os planos de sua mãe. Ou talvez Justina estivesse simplesmente blefando desde o início. Seja qual for o caso, Ambrosio se posicionou diante da corte imperial e venceu.
Mais tarde, Ambrosio enfrentou um imperador — dessa vez, o próprio Teodósio. O imperador reagiu de forma exagerada a um distúrbio em Tessalônica, enviando o exército para massacrar os cidadãos daquela cidade. Ambrosio considerou isso um ato hediondo e excomungou Teodósio até que o imperador cumprisse penitência. O fato de o imperador voltar à catedral vestido de saco e coberto de cinza e ajoelhar-se diante do bispo buscando perdão é um testemunho tanto da coragem de Ambrosio quanto da humildade de Teodósio.
Houve um tempo em que a igreja enfrentou a perseguição de imperadores. Com Ambrosio, o novo padrão de relacionamento entre a igreja e o Estado começava a se desenvolver.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

História

Meu pastor presidente  Jessé Pimentel

Meu irmão

Família

Igreja de amanhã em ação hoje

Novas soldados

Batismo nas águas

União de mulheres

Meu irmão

Minha sobrinha

Minha filha

Meu filho

A.D.M.P.

A conversão de Constantino.

Era o mês de outubro do ano 312. Um jovem general, a quem todas as tropas romanas da Bretanha e da Gália eram fiéis, marchava em direção a Roma para desafiar Maxêncio, outro postulante ao trono imperial. Segundo o relato da história, o general Constantino olhou para o céu e viu um sinal, uma cruz brilhante, na qual podia ler: "Com isto vencerás". O supersticioso soldado já estava começando a rejeitar as divindades romanas a favor de um único Deus. Seu pai adorava o supremo deus Sol. Seria um bom presságio daquele Deus na véspera da batalha?
Mais tarde, Cristo teria aparecido a Constantino em um sonho, segurando o mesmo sinal (uma cruz inclinada), lembrando as letras gregas chi (c) e rho (r), as duas primeiras letras da palavra Christos. O general foi instruído a colocar esse sinal nos escudos de seus soldados, o que fez prontamente, da forma exata como fora ordenado.
Conforme prometido, Constantino venceu a batalha.
Esse foi um dos diversos momentos marcantes do século iv, um período de violentas mudanças. Se você tivesse saído de Roma no ano 305 d.C. para viver anos no deserto, quando voltasse certamente esperaria encontrar o cristianismo morto ou enfrentando as últimas ondas de perseguição. Em vez disso, o cristianismo se tornou a religião patrocinada pelo império.
Depois de ter tomado o poder em 284, Diocleciano, um dos mais brilhantes imperadores romanos, começou uma enorme reorganização que afetaria as áreas militar, econômica e civil. Durante certo período de tempo, ele deixou o cristianismo em paz.
Uma das grandes idéias de Diocleciano foi a reestruturação do poder imperial. Dividiu o império em Oriente e Ocidente, e cada lado teria um imperador e um vice-imperador (ou césar). Cada imperador serviria por vinte anos e, a seguir, os césares assumiriam também por vinte anos e assim por diante. No ano 286, Diocleciano indicou Maximiano imperador do Ocidente, enquanto ele mesmo continuava a governar o Oriente. Os césares eram Constancio Cloro (pai de Constantino) no Ocidente e Galério no Oriente.
Galério era radicalmente anticristão (há informações que ele atribuiu a perda de uma batalha a um soldado cristão que fez o sinal da cruz). É bem provável que o imperador do Oriente tenha assumido posições anticristãs por instigação de Galério. Tudo isso era parte da reorganização do império, de modo que a lógica era a seguinte: Roma tinha uma moeda única, uní sistema político único e, portanto, deveria ter uma única religião; os cristãos, porém, estavam em seu caminho.
A partir do ano 298, os cristãos foram retirados do exército e do serviço civil. Em 303, a grande perseguição teve início. As autoridades planejaram impor severas sanções sobre os cristãos, que começariam a ser implantadas na Festa da Termi-nália, em 23 de fevereiro. As igrejas foram arrasadas, as Escrituras confiscadas, e as reuniões proibidas. No início, não houve derramamento de sangue, mas Galério logo se encarregou de mudar essa situação. Quando Diocleciano e Maximiano deixaram seus postos (de acordo com o planejado), em 305, Galério desencadeou uma perseguição ainda mais brutal. De modo geral, Constantino, que governava o Ocidente, era mais indulgente. Porém, as histórias de horror do Oriente eram abundantes. Até o ano 310, a perseguição tirou a vida de muitos cristãos.
Contudo, Galério foi incapaz de esmagar a igreja. Estranhamente, em seu leito de morte, ele mudou de idéia. Em outro grande momento, no dia 30 de abril de 31 1, o feroz imperador desistiu de lutar contra o cristianismo e promulgou o Édito de Tolerância. Sempre político, insistiu em que fizera tudo para o bem do império, mas que "grande número" de cristãos "persiste em sua determinação". Desse modo, agora era melhor permitir que eles se encontrassem livremente, contanto que não atentassem contra a ordem pública. Além disso, declarou: "Será tarefa deles orar ao seu Deus em benefício de nosso Estado". Roma precisava de toda a ajuda que pudesse obter. Galério morreu seis dias depois.
O grande plano de Diocleciano, no entanto, começava a ruir. Quando Constancio morreu, no ano 306, seu filho Constantino foi proclamado governador por seus soldados leais. Maximiano, porém, tentou sair do exílio e governar o Ocidente outra vez com o filho, Maxêncio (que terminou tirando o próprio pai do poder). Enquanto isso, Galério indicava um general de sua confiança, Licínio, para governar o Ocidente. Cada um desses futuros imperadores reivindicava um pedaço do território ocidental. Eles teriam de lutar por ele. Constantino, de maneira astuta, forjou uma aliança com Licínio e lutou contra Maxêncio. Na batalha da Ponte Mílvia, Constantino saiu vitorioso.
Naquele momento, Constantino e Licínio montaram um delicado equilíbrio de poder. Constantino estava ansioso para agradecer a Cristo por sua vitória e, desse modo, optou por dar liberdade e status à igreja. No ano 313, ele e Licínio emitiram oficialmente o Edito de Milão, garantindo a liberdade religiosa dentro do império. "Nosso propósito", dizia o édito, "é garantir tanto aos cristãos quanto a todos os outros a plena autoridade de seguir qualquer culto que o homem desejar".
Constantino, imediatamente, assumiu o interesse imperial pela igreja: restaurou suas propriedades, deu-lhe dinheiro, interveio na controvérsia donatista e convocou os concílios eclesiásticos de Arles e de Nicéia. Ele também fazia manobras para obter poder sobre Licínio, a quem finalmente depôs, em 324.
Assim, a igreja passou de perseguida a privilegiada. Em um período de tempo surpreendentemente curto, suas perspectivas mudaram por completo. Depois de séculos como movimento contracultural, a igreja precisava aprender a lidar com o poder. Ela não fez todas as coisas de maneira correta. A própria presença dinâmica de Constantino modelou a igreja do século iv, modelo que ela adotou daí em diante. Ele era um mestre do poder e da política, e a igreja aprendeu a usar essas ferramentas.
A visão de Constantino foi autêntica ou ele foi apenas um oportunista, que usou o cristianismo para benefício próprio? Somente Deus conhece a alma. Embora tenha falhado na demonstração de sua fé em várias ocasiões, o imperador certamente assumiu um interesse ativo no cristianismo que professava, chegou até mesmo a correr risco pessoal em certos momentos.
Ε certo que Deus usou Constantino para fazer com que as coisas acontecessem para a igreja. O imperador afirmou e assegurou a tolerância oficial à fé. Ao fazer isso, porém, ele seguiu os passos do moribundo Galério. Assim, a batalha contra a perseguição romana foi vencida, em certo sentido, não na ponte Mílvia, mas nas arenas em que os cristãos entraram para enfrentar bravamente a morte.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Cipriano Luta Pela Unidade

Cipriano escreve Unidade da igreja

Que relação existe entre os membros da igreja e seus líderes? De que maneira a igreja pode disciplinar os membros? Essas são questões que a igreja deve abordar em qualquer época.
Em meados do século m, as respostas a essas perguntas foram proferidas por Cipriano, que possuíra muita riqueza e nascera pagão em uma família culta, por volta do ano 200. Quando se tornou cristão, renunciou ao seu estilo de vida, doou seus bens e o dinheiro aos pobres e assumiu o voto de castidade. Com relação à sua conversão, escreveu: "O segundo nascimento fez de mim um novo homem por meio do Espírito soprado do céu".
Professor de retórica e orador famoso, o eloqüente e devoto Cipriano destacou-se entre os membros da igreja, tornando-se bispo de Cartago por volta do ano 248.
Embora tivesse conhecimento dos clássicos gregos e romanos, Cipriano não era teólogo. De modo diferente de Tertuliano, a quem admirava, Cipriano era um homem prático que se importava pouco com as disputas teológicas de seus dias. Ele simplesmente queria a unidade da igreja. Em uma igreja bem desunida, buscou unir os cristãos por meio da autoridade dos bispos.
O imperador romano Décio perseguira os cristãos, e alguns negaram sua fé. Décio não procurava fazer mártires, porque sabia que o martírio simplesmente chamava mais a atenção para o cristianismo. Em vez de matar os cristãos, os torturava, na esperança de que dissessem "César é Senhor". Os que se rendiam e proferiam essa declaração passaram a ser conhecidos como lapsi.
Os cristãos que se mantinham firmes, denominados "confessores", normalmente desaprovavam os lapsi. Desse modo, o concilio de bispos estabeleceu regras rígidas em relação à readmissão dos crentes proscritos na igreja. Diante dessa disciplina, um sacerdote chamado Novato deu início a uma igreja rival que oferecia admissão fácil aos lapsi.
Embora não tivesse sofrido por causa de sua fé, Cipriano não conseguia suportar a divisão. Acreditava que os cristãos dedicados deveriam passar pela penitência para provar sua fé. A penitência era composta de um período de tristeza verdadeira, depois do qual a pessoa poderia participar novamente da ceia do Senhor. Depois de o penitente ter "cumprido seu tempo", ele comparecia diante da congregação vestido de saco e coberto de cinzas para que os bispos pronunciassem o perdão. Cipriano via isso como um sistema graduado: quanto mais grave fosse o pecado, mais penitência a pessoa precisava cumprir. Sua idéia tornou-se popular e passou a ser um dos mais poderosos — e, às vezes, mais abusivos — métodos de disciplina da igreja.
No ano 251, Cipriano convocou o Concilio de Cartago e leu Unidade da igreja, seu trabalho principal, que teve profunda influência sobre a história da igreja. A igreja, conforme argumentou, é uma instituição divina — a noiva de Cristo — e somente pode haver uma noiva. Somente na igreja as pessoas poderiam alcançar a salvação; fora dela, há somente escuridão e confusão. Fora da igreja, os sacramentos e os pastores — e até mesmo a Bíblia — não tinham importância. O indivíduo não poderia viver a vida cristã em contato direto com Deus; ele precisava da igreja. Uma vez que Cristo estabelecera a igreja sob autoridade de Pedro, a Pedra, Cipriano disse que todos os bispos eram, em certo sentido, sucessores de Pedro e, portanto, deveriam ser obedecidos. Embora não declarasse que o bispo de Roma estava acima dos outros, Cipriano via o episcopado como especial em razão da conexão de Pedro àquela cidade.
Afirmações de Cipriano como "Fora da igreja não há salvação" e "Ninguém pode ter Deus como Pai se não tiver a igreja como mãe" encorajavam as pessoas a dar aos bispos lugar de grande importância. O bispo era capaz de determinar quem podia fazer parte da igreja, o que, com efeito, é o mesmo que ter o poder de dizer: "Você está salvo; você não está salvo". Em vez de confiar na obra do Espírito Santo por meio da igreja como um todo, Cipriano deixou implícito que o Espírito Santo trabalhava por meio dos bispos.
Os bispos, naturalmente, ganharam poder com a disseminação dessas idéias. Cipriano também promoveu a idéia de que a missa era o sacrifício do sangue e do corpo de Cristo. Uma vez que os sacerdotes agiam como representantes de Cristo, oferecendo novamente o sacrifício em todos os cultos de adoração, isso somente serviu para lhes aumentar o poder.
Cipriano morreu durante a perseguição do imperador Valeriano. Pelo fato de ter se recusado a oferecer sacrifícios aos deuses pagaos, o bispo de Cartago foi decapitado em 258.
A igreja da época de Cipriano, caracterizada pela desunião, apegou-se às suas idéias. O bispo não poderia ter previsto as conseqüências dos meios pelos quais procurou manter a igreja unida. Na Idade Média, alguns homens incrivelmente gananciosos e imorais exerceriam o ofício de bispo, usando-o em benefício próprio, em vez de cuidar dos assuntos espirituais. A estrutura hierárquica que criou a "união", também provocou uma enorme divisão entre o clero e os leigos.


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Orígenes - mensagem espiritual mais vivida literalmente

Orígenes começa a escrever


Em seus primeiros dias, o cristianismo foi criticado como uma religião de pobres e iletrados, pois, na verdade, muitos dos fiéis vinham das classes mais humildes. Como Paulo escreveu, na igreja "poucos eram sábios segundo os padrões humanos; poucos eram poderosos; poucos eram de nobre nascimento" (I Co 1.26).
No século ni, porém, o maior intelectual da época era cristão. Pagãos, hereges e cristãos admiravam Orígenes. Sua instrução e conhecimento vastos contribuíram muito para o futuro da cultura cristã.
Orígenes nasceu em Alexandria, por volta do ano 185, filho de pais cristãos devotos. Por volta do ano 201, seu pai, Leónidas, foi preso durante a perseguição de Septímio Severo. Orígenes escreveu ao pai, que estava na prisão, e o encorajou a não negar a Cristo por amor à família. Embora Orígenes quisesse se entregar às autoridades e sofrer o martírio com pai, sua mãe escondeu suas roupas e impediu esse ato zeloso, mas tolo.
Depois do martírio de Leónidas, sua propriedade foi confiscada e sua viúva foi deixada com sete filhos. Orígenes tomou as providências para sustentá-los, ensinando literatura grega e copiando manuscritos. Uma vez que muitos dos estudiosos mais idosos fugiram para Alexandria na época da perseguição, a escola catequética cristã tinha grande necessidade de professores. Aos dezoito anos, Orígenes tornou-se presidente da escola e deu início à sua longa carreira de professor, estudioso e escritor.
Praticava a ascese, passava grande parte das noites em estudo e em oração, dormia no chão duro, nos poucos momentos em que realmente conciliava o sono. Seguia o mandamento de Jesus, pois tinha apenas uma capa e não possuía sapatos. Chegou até mesmo a seguir literalmente Mateus 19.12: ele se castrou como defesa contra as tentações carnais. O maior desejo de Orígenes era ser fiel à igreja e honrar o nome de Cristo.
Como escritor extremamente prolífico, Orígenes foi capaz de manter sete secretários ocupados com seus ditados. Ele produziu cerca de duas mil obras, incluindo comentários sobre quase todos os livros da Bíblia, além de centenas de homílias. A obra Héxapla foi uma façanha da crítica textual, pois tentou encontrar a melhor versão grega do Antigo Testamento. Em seis colunas paralelas, era possível observar o a.t. em hebraico, uma transliteração para o grego, três traduções em grego e a Septuaginta. A obra Contra Celso foi um dos mais importantes trabalhos apologéticos do cristianismo, pois o defendeu dos ataques pagãos. A obra De principiis [Sobre os princípios] foi a primeira tentativa de criar uma teologia sistemática. Nela, Orígenes examina cuidadosamente as crenças cristãs referentes a Deus, a Cristo e ao Espírito Santo, bem como assuntos referentes à Criação, à alma, ao livre-arbítrio, à salvação e às Escrituras.
Orígenes foi, em grande parte, responsável pelo estabelecimento da interpretação alegórica das Escrituras, que dominaria a Idade Média. Acreditava que em todo o texto existiam três níveis de significado: o literal, o moral (que servia para edificar a alma) e o alegórico ou espiritual, considerado oculto é o mais importante para a fé cristã. O próprio Orígenes desprezou o significado literal e o histórico-gramatical do texto, enfatizando o significado alegórico mais profundo.
Orígenes tentou relacionar o cristianismo à ciência e à filosofia de seus dias. Acreditava que a filosofia grega era a preparação para a compreensão das Escrituras e usava a analogia, mais tarde adotada por Agostinho, de que os cristãos "despojaram os egípcios", quando usaram a riqueza do conhecimento pagão na causa cristã (Êx 12.35,36).
Ao aceitar os ensinamentos da filosofia grega, Orígenes adotou muitas idéias platônicas, estranhas ao cristianismo ortodoxo. A maioria de seus erros era causada pela pressuposição grega de que a matéria e o mundo material são intrinsecamente maus. Acreditava na existência da alma antes do nascimento e ensinava que a posição de alguém no mundo era conseqüência de sua conduta em um estado preexistente. Negava a ressurreição física e advogava que, no final de tudo, Deus salvaria todos os homens e todos os anjos. Uma vez que Deus não podia criar o mundo material sem entrar em contato com a matéria básica, o Filho foi eternamente gerado pelo Pai que, por sua vez, criou o mundo eterno. Segundo ele, foi somente a humanidade de Jesus que morreu na cruz, como pagamento feito ao Diabo em resgate pelo mundo.
Devido a equívocos como esses, o bispo Demétrio de Alexandria convocou o concilio que excomungou Orígenes. Embora Roma e a igreja ocidental tivessem aceitado a excomunhão, a igreja da Palestina e a maior parte do Oriente não a aceitaram. Eles continuaram consultando Orígenes devido à sabedoria, à erudição e ao conhecimento que ele possuía.
Durante a perseguição promovida por Décio, Orígenes foi preso, torturado e condenado a morrer em uma estaca. Somente a morte do imperador impediu que a sentença fosse executada. Com a saúde debilitada devido à provação, Orígenes morreu por volta do ano 251. Ele fez mais do que qualquer outra pessoa para promover a causa da erudição cristã e para fazer com que a igreja fosse respeitada aos olhos do mundo. Os pais da igreja posteriores a ele, tanto do Oriente quanto do Ocidente, sentiram sua influência. A diversidade de seu pensamento e de seus escritos lhe rendeu a reputação de ser o pai da ortodoxia, bem como das heresias.

Cerimonia de 50 anos de casamento

CERIMÔNIA DE RENOVAÇÃO DE VOTOS 1
O QUE É:
A cerimônia de renovação de votos não é igual a de um casamento, apesar de ser bem
parecida. Geralmente elas são realizadas numa igreja, casa, salão reservado de um restaurante,
na praia ou em um sítio. Ela é voltada essencialmente para a família e os amigos mais próximos.
Parte-se do princípio de que a grande festa já ocorreu (o casamento) e que agora o casal está
apenas confirmando tudo o que prometeu naquela época.
QUANDO REALIZAR:
Uma cerimônia de renovação de votos é a celebração de um compromisso já firmado.
Qualquer casal que já tenha se casado pode fazer uma, independente do tempo que estiverem
juntos. Geralmente as cerimônias acontecem nas chamadas Bodas de Casamento (veja no final
do artigo). Pode-se realizar bodas todos os anos, mas usualmente se faz a cada 5 anos.
COMO É:
A sequência abaixo é só um exemplo para uma cerimônia mais formal:
1. Entrada das testemunhas ou padrinhos. Geralmente não temos isto neste tipo de cerimônia,
no máximo, poderia entrar uns 2 ou 3 casais que realmente tenham cumprido o papel de
ajudar o casal ao longo dos anos, isto seria uma forma de honrá-los.
2. Entrada das floristas, pajens e damas de honra. Uma boa opção é a entrada dos filhos, para
casais que os tenham é claro.
3. Entrada do Casal. Eles entram juntos pois já são casados. No mais, os convidados devem
gravar a imagem do casal indo juntos à presença de Deus.
4. O pastor fará a parte litúrgica da cerimônia e da exposição da Palavra de Deus.
5. Momento da Aliança: pode-se optar por já trazer os anéis (alianças) no dedo, pois neste caso
demonstrariam que sempre continuaram com eles; ou pode-se fazer uma “entrada das
alianças”, neste caso o marido poderia aproveitar para mandar polir ou até mesmo
remodelar estes anéis.
6. Renovação das Promessas: o casal pronunciará no microfone para todos ouvirem. Opções:
1) o pastor pode falar e os cônjuges repetirem, 2) os cônjuges podem decorar sua fala e
pronunciarem. Lembrando que, como já são casados, tem que seguir a regra: “eu prometo
continuar te amando e sendo fiel...”, “eu renovo diante de Deus o meu compromisso feito a
xx anos atrás de...”.
7. Após renovarem suas promessas, o pastor imporá as mãos sobre eles e ministrará a benção
de Deus.
8. Encerra-se a cerimônia com o tradicional beijo, sim, afinal a paixão não deve acabar com o
passar dos anos!
ORGANIZE-SE:
1. Defina a data e o local. Reserve tudo, cuidado para não ter surpresas. Se for local sem
cobertura, verifique se é tempo de chuva.
2. Convide um pastor.
3. Decida que vai cuidar da decoração e do cerimonial.
4. Faça convites e distribua.
5. Decida se haverá festa, caso afirmativo, então organize tudo com antecedência.
6. O que o casal deve vestir? Vai depender do local e do horário escolhido. Quanto mais
descontraída a cerimônia, mais despojado pode ser o look. Não se usa vestido de noiva
tradicional, mas o branco cai muito bem para a mulher.
BODAS DE CASAMENTO 2
Boda (pronuncia-se "bôda") é a festa que celebra o aniversário de casamento. No Brasil.
é costume dizer Bodas, no plural. As bodas de prata (vinte e cinco anos de casamento) e de ouro
(cinqüenta) são as mais conhecidas e comemoradas.
Todas as datas e aniversários são importantes para os casais felizes. Mas enquanto as
comemorações dos primeiros aniversários de casamento passam-se na intimidade, em geral as
bodas maiores assumem um caráter eminentemente social. É quando a comemoração exige
maior brilho e maior destaque. Em geral, não só a família, mas todos os amigos são convocados
para participar do acontecimento.
Poucas pessoas conhecem a origem etimológica da palavra boda. Ela provém da palavra
latina votum, que significa promessa. Desta forma, quando se diz "minha boda" estamos
dizendo "minha promessa".
De acordo com o seu significado religioso, sem dúvida é a promessa por excelência, que
um homem e uma mulher podem fazer diante de Deus, realizando seu compromisso de esposo e
esposa diante de um altar consagrado. Uma promessa para toda a vida, e esse é o ditame de seu
ritual.
Por isso esse momento tão especial deverá ser comemorado em toda sua magnitude,
unido a cada um dos elementos que contribuem para que essa promessa tenha a força simbólica
que merece.
A própria definicação da palavra casamento (ou matrimônio) reforça esse caráter solene.
Segundo os dicionários:
Casamento: ato de casar, união legítima entre homem e mulher, matrimônio, cerimônia
ou festa nupcial.
Casamento: sm. 1. União solene entre duas pessoas de sexos diferentes, com
legitimação religiosa e/ou civil; núpcias. 2. A cerimônia dessa união. 3. Fig. Aliança, união.
(Dicionário Aurélio).
É tradicional, na cultura ocidental, se comemorar com bodas os eventos relativos ao
casamento, e com o jubileu, outros fatos marcantes da vida social. Para marcar cada um desses
eventos se associa a cada data das bodas algum material que o represente. Por exemplo:
OURO: O ouro fascina a humanidade desde a sua descoberta. De todos os metais,
apenas ele reúne beleza, brilho, virtual indestrutibilidade e maleabilidade.
DIAMANTE: Da palavra grega "adamas" que significa força e eternidade do amor
surgiu a denominação diamante.
Normalmente as alianças de casamento são confeccionadas em ouro, simbolizando a
indestrutibilidade dessa união. Nas joalherias, tradicionalmente são produzidas alianças
específicas para as bodas de prata e bodas de ouro.
O anel como sinal de comprometimento, ou seja, a aliança, foi utilizada a primeira vez
pela Civilização Romana repetindo-se esta tradição até hoje em outros povos. As alianças de
casamento assumem um papel de grande importância nessa comemoração, pelo próprio
significado do nome dado a essa joia:
Aliança: ato ou efeito de aliar, casamento, anel de noivado ou de casamento.
Aliar ( do latim "alligare" ) : unir, fazer ligação, harmonizar, combinar, agrupar, unir em
casamento, ligar-se, confederar-se, casar-se."
Conta-se que por volta de 1800 eram divididas ao meio e internamente tinham escritas
frases como "Para sempre" e "Eu te amo", ou pedras encrustadas.
Embora a maioria das pessoas só conheça as bodas de prata (25) e de ouro (50), a
cultura popular associou um material para cada aniversário de casamento, independentemente
dos anéis, que representa uma nova etapa de vida.
BODAS DE CASAMENTO: *mais frequentemente aceita.
01º - Bodas de Papel
02º - Bodas de Algodão
03º - Bodas de Couro ou Trigo
04º - Bodas de Flores, Frutas ou Cera
05º - Bodas de Madeira ou Ferro
06º - Bodas de Açúcar ou Perfume
07º - Bodas de Latão ou Lã
08º - Bodas de Barro ou Papoula
09º - Bodas de Cerâmica ou Vime
10º - Bodas de Estanho ou Zinco
11º - Bodas de Aço
12º - Bodas de Seda ou Ônix
13º - Bodas de Linho ou Renda
14º - Bodas de Marfim
15º - Bodas de Cristal
16º - Bodas de Safira ou Turmalina
17º - Bodas de Rosa
18º - Bodas de Turquesa
19º - Bodas de Cretone ou Água Marinha
20º - Bodas de Porcelana
21º - Bodas de Zircão
22º - Bodas de Louça
23º - Bodas de Palha
24º - Bodas de Opala
25º - Bodas de Prata
26º - Bodas de Alexandrita
27º - Bodas de Crisoprásio
28º - Bodas de Hematita
29º - Bodas de Erva
30º - Bodas de Pérola
31º - Bodas de Nácar
32º - Bodas de Pinho
33º - Bodas de Crizopala
34º - Bodas de Oliveira
35º - Bodas de Coral
36º - Bodas de Cedro
37º - Bodas de Aventurina
38º - Bodas de Carvalho
39º - Bodas de Mármore
40º - Bodas de Esmeralda
41º - Bodas de Seda
42º - Bodas de Prata dourada
43º - Bodas de Azeviche
44º - Bodas de Carbonato
45º - Bodas de Rubi
46º - Bodas de Alabastro
47º - Bodas de Jaspe
48º - Bodas de Granito
49º - Bodas de Heliotrópio
50º - Bodas de Ouro
51º - Bodas de Bronze
52º - Bodas de Argila
53º - Bodas de Antimônio
54º - Bodas de Níquel
55º - Bodas de Ametista
56º - Bodas de Malaquita
57º - Bodas de Lápis-lazúli
58º - Bodas de Vidro
59º - Bodas de Cereja
60º - Bodas de Diamante
61º - Bodas de Cobre
62º - Bodas de Telurita
63º - Bodas de Sândalo
64º - Bodas de Fabulita
65º - Bodas de Platina
66º - Bodas de Ébano
67º - Bodas de Neve
68º - Bodas de Chumbo
69º - Bodas de Mercúrio
70º - Bodas de Vinho
71º - Bodas de Zinco
72º - Bodas de Aveia
73º - Bodas de Manjerona
74º - Bodas de Macieira
75º - Bodas de Brilhante ou Alabastro
76º - Bodas de Cipestre
77º - Bodas de Alfazema
78º - Bodas de Benjoim
79º - Bodas de Café
80º - Bodas de Nogueira ou Carvalho
81º - Bodas de Cacau
82º - Bodas de Cravo
83º - Bodas de Begônia
84º - Bodas de Crisântemo
85º - Bodas de Girassol
86º - Bodas de Hortênsia
87º - Bodas de Nogueira
88º - Bodas de Pêra
89º - Bodas de Figueira
90º - Bodas de Álamo
91º - Bodas de Pinheiro
92º - Bodas de Salgueiro
93º - Bodas de Imbuia
94º - Bodas de Palmeira
95º - Bodas de Sândalo
96º - Bodas de Oliveira
97º - Bodas de Abeto
98º - Bodas de Pinheiro
99º - Bodas de Salgueiro
100º - Bodas de Jequitibá

Postagem em destaque

Cerimônia Fúnebre: Funeral

Todo Pastor, Presbítero ou Dirigente de congregação deve estar pronto para realizar um cerimonial fúnebre, ( funeral ), é uma oportunidade p...