sexta-feira, 15 de setembro de 2017

ESTUDO BIBLÍCO

A pressa espiritual (Nm 21.4-9; Jo 3.11-15).

Objetivo: conduzir o ouvinte à reflexão sobre a sua condição de cristão e reconhecer quais são os princípios que governam sua vida espiritual.

A Bíblia apresenta assuntos de forma simbólica. 
A serpente de bronze é um símbolo (tipo) vétero-testamentário
de Cristo levando nosso pecado na cruz.
• Jesus deixou claro (vv. 3) que Nicodemos estava se precipitando:
devemos desenvolver princípios.
• Por que somos cristãos? Porque Jesus nos abençoou?
Porque vimos o nosso pecado pregado na cruz?
Nicodemos apenas se entusiasmou pelos sinais feitos
por Cristo.
• Quem não entende o princípio do arrependimento não pode compreender sua função no corpo de Cristo. Essa pessoa vai sentir o Espírito Santo e não vai perceber que o seu próprio espírito veio do pecado e vai para a eternidade (vv. 8).
• Por que devemos entender os princípios? Porque, senão entendermos as coisas terrenas, não poderemos entender as coisas espirituais (v. 12).
• A serpente é figura do pecado. Pregada na cruz, significa o pecado aniquilado. Temos que nos identificar com Jesus na cruz todos os dias.
• 1 João 2.1,2: devemos crescer, sim, mas, se pecarmos, não importa qual a nossa estatura espiritual, devemos olhar para a cruz (Hb 12.1,2).

Apelo: convocar as pessoas a refletirem sobre a motivação que as mantém na igreja. Questionar os princípios da sua fé e reorientá-los de acordo com a Palavra de Deus.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Livro de Atos

ATOS DOS APÓSTOLOS. 2017
 At 1.1-5  Nesta Introdução, o autor fala sobre aquilo que ele tinha escrito em seu primeiro livro, o Evangelho de Lucas ( Lc 1.1-4 ). Lá, ele contou a vida de Jesus desde o seu nascimento até o dia em que ele foi levado para o céu. Aqui, no segundo livro, ele vai contar como a boa notícia do evangelho foi anunciada nos países que faziam parte do Império romano, até que o apóstolo Paulo chegou a Roma, a capital do Império.
  1.8  Indiretamente, Jesus responde a pergunta dos apóstolos no v.  6  se ele vai devolver o Reino a Israel. Jesus dá a entender que o Reino virá agora por meio da descida do Espírito Santo, que dará aos apóstolos o poder para testemunhar; e que o Reino virá não apenas para Israel, mas também para todo o mundo, pois eles serão testemunhas até nos lugares mais distantes da terra.  testemunhas  Pessoas que falam sobre aquilo que viram e ouviram (ver  At 14.12 ;  23.11 , n.).  Jerusalém… Judeia e Samaria… nos lugares mais distantes da terra  O anúncio da mensagem de Cristo começa na capital ( Jerusalém ;  At 2—7 ), estende-se a toda a região ao redor de Jerusalém e a outra região existente mais ao norte ( Judeia e Samaria ;  At 8—12 ) e atinge os  lugares mais distantes da terra  ( At 13—28 ). (Sobre os  lugares mais distantes da terra , ver também  Mt 28.19 ;  Mc 16.15 ;  Lc 24.47-48 ).
  At 1.12-26  Para tomar o lugar de Judas Iscariotes, que havia traído o Mestre, os apóstolos, sob a liderança de Pedro ( Lc 22.31-32 ), escolhem Matias (v.  26 ). Isso acontece ainda antes da vinda do Espírito Santo ( At 2 ). Matias é mencionado no NT apenas aqui.
 1.15  Pedro se levantou  Pedro toma a iniciativa, como de resto em  At 1—12 . Já tinha sido assim também antes da ressurreição de Jesus ( Lc 5.1-11 ;  8.45 ;  9.32-33 ;  12.41 ;  22.31-32 ;  24.12 ). Pedro.  Sl 32.5 , 6 ;  Sl 51.9-13 ;  Lc 22.32 ;  Jo 21.15-17
virá.  Dn 7.13 , 14 ;  Mt 24.30 ;  Mt 25.31 ;  Mc 13.26 ;  Lc 21.27 ;  Jo 14.3 ;  1Ts 1.10 ;  1Ts 4.16 ;  2Ts 1.7-10 ;  Ap 1.7

Téofilo é o nome ou título honorífico da pessoa mencionada no Evangelho de Lucas  e nos Atos dos Apóstolos. Considera-se que ambos os livros foram escritos pelo mesmo autor num estilo refinado do grego koiné e o nome "θεόφιλος" (Theóphilos), neles citado, significa "amigo de Deus", "amado por Deus" ou "amando a Deus"em grego clássico.

Não se conhece a verdadeira identidade de Teófilo e há variadas conjecturas e tradições sobre quem poderia sê-lo:O Easton's Bible Dictionary, considerando que Lucas se refere a Teófilo com o mesmo honorífico que Paulo se dirige a Félix, supõe que Teófilo era uma pessoa importante, possivelmente um oficial romano.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

TESTIGO

Los escépticos cuestionan la veracidad de la vida y obra de Jesucristo el Hijo de Dios, y el Libro de Hechos de los Apóstoles nos da pruebas, testimonios de personas que presenciaron los signos y las operaciones de Nuestro Señor Jesucristo.

Lucas era gentil, médico e historiador, por lo tanto, va a fondo en la investigación de los hechos para escribir el Evangelio según San Lucas y los Hechos de los Apóstoles.
Su nombre significa''luz`` o''luminoso``, acompañó personalmente al Apóstol Pablo en sus viajes misioneros.

En Hechos ya en el primer capítulo él habla que Cristo no sólo hacía sino que enseñaba, y que después de haber muerto, resucitó y fue visto por ellos por espacio de cuarenta días; Hace alusión a Juan el Bautista el precursor de Jesucristo y enfatiza con mucho énfasis durante todo el libro acerca del Espíritu Santo el Sucesor de Jesucristo.

En el primer capítulo de los Hechos de los Apóstoles también escribe acerca de la ascensión de Jesucristo y del mensaje recibido por la boca de dos ángeles que "este mismo Jesucristo que de entre vosotros fue recibido arriba en el cielo, ha de venir así como para el El cielo lo viste ir., Delante de testigos oculares, de la narración del Dr. Lucas que nació en el siglo I, en la Ciudad de Antioquía-Orontes, hoy la Ciudad Turca de Antakya y ante las Profecías escritas en el Antiguo Testamento yo creo que Cristo No sólo vivió aquí en la tierra, como está vivo en el cielo la directa de Dios Padre e intercede por nosotros; Y un día Arrebatará a los Cristianos para estar con Él para siempre.

Texto: Lucas Cap. 1. 1-25 y Hechos de los Apóstoles Cap. 1.1-26

sexta-feira, 21 de julho de 2017

O Jardim do Éden, Tipo de Uma Igreja Local

O Jardim do Éden, figura de uma igreja local

Introdução
Podemos aprender muito, porém, ao examinar os poucos versículos que falam daquele jardim. Neste artigo é minha intenção destacar algumas das características do jardim do Éden que correspondem a características de uma igreja local que segue o padrão do Novo Testamento. Sabemos que tal igreja é sagrada aos olhos de Deus, e que, hoje, é ali que Ele deseja ter comunhão perfeita com Seus servos (veja I Co 3:16-17; I Tm 3:14-15; Mt 18:20; etc.). Seria natural, portanto, encontrar várias semelhanças entre estes dois “paraísos”, entre o local onde Deus teve, pela primeira vez, comunhão com o homem, e o local onde, hoje, Ele procura tal comunhão.
Plantado por Deus (Gn 2:8)
E o mesmo acontece em relação a uma verdadeira igreja de Deus hoje em dia; ela será plantada por Deus. Isto quer dizer que não é um decreto humano que determina o nascimento de uma igreja, nem é necessário ter a autorização de uma instituição ou autoridade humana para que ela passe a existir. O ensino claro do Novo Testamento é que onde um grupo de cristãos, mesmo que pequeno (“Porque onde estiverem dois ou três …”) estiver se reunindo regularmente (“… reunidos …”; o verbo, no grego, é um particípio perfeito na forma passiva, indicando um ato que continua no presente, e feito por uma força externa), atraídos unicamente ao nome do Senhor Jesus Cristo (“… em Meu nome”; não somente com a autoridade dEle, mas atraídos ao Senhor Jesus), ali existe um “santuário de Deus”, uma igreja local (“ali estou no meio deles”). Isto é confirmado pelo Seu aviso à igreja em Éfeso (Ap 2:1-7). Deus mesmo diz que, se necessário, iria remover aquele candeeiro; só Ele poderia fazer isto, pois Ele é quem havia plantado aquela igreja, no começo. É claro que Ele usa vasos humanos para executar esta obra (I Co 3:6-9), mas estes serão apenas “cooperadores de Deus” (I Co 3:9); o poder e a autoridade sempre serão dEle.
2. Um lugar agradável
O lugar escolhido por Deus para plantar este jardim chamava-se Éden, uma palavra hebraica que significa “agradável”, ou “prazer”. Deus criou um jardim perfeito, onde Ele poderia passar momentos agradáveis juntamente com o homem que criara. O profeta Isaías indica que naquele jardim havia “regozijo e alegria, … ações de graça e som de música” (Is 51:3).
E esta comunhão, tão agradável, deve ser encontrada no seio da igreja local. É verdade que cada um deve ter comunhão, individualmente, com seu Salvador, mas é um fato bíblico que, nesta dispensação da graça, Deus fortalece e anima seus filhos através da comunhão da igreja. Ele quer que, na igreja, haja um só sentimento, um só amor (Fl 2:2), onde os membros mais fracos possam ser ajudados pelos mais espirituais (Gl 6:1), todos “lutando juntos pela fé evangélica” (Fl 1:27). Como disse o Espírito, através de Davi: “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos” (Sl 133:1).
3. Um lugar acessível
Como podemos entender, então, o motivo que levou o Espírito a destacar que o jardim ficava na banda do oriente do Éden? É o mesmo que temos no Tabernáculo e no Templo visto por Ezequiel (Ez caps. 43, 46, e 47), cujas portas olhavam para o Oriente. É uma figura da graça de Deus, que tornou a salvação acessível ao ser humano. Quando o pecador, perdido em seu pecado, quisesse, pela operação do Espírito, buscar a Deus, ele iria virar as costas ao Oriente, e a primeira coisa que ele iria ver seria a porta da casa de Deus! Não seria necessário rodear a casa, procurando a entrada; Deus a colocou bem na sua frente. Louvamos a Deus porque Ele não tornou a salvação desnecessariamente complicada. O pecador que deseja ter o perdão dos pecados não tem que sair procurando um caminho escondido; a Porta, aberta pela graça de Deus, está ao alcance do mais fraco ser humano!
A igreja local deve ser um lugar acessível. Não um lugar onde qualquer um entra, sem questionamento, mas onde qualquer um que queira se submeter à Palavra de Deus encontrará livre acesso.
4. Um lugar onde havia alimento (Gn 2:9)
O jardim do Éden não satisfazia apenas aos olhos; também fornecia alimento abundante e variado, com toda sorte de árvore boa para alimento.
Uma igreja que não esteja fornecendo alimento para o rebanho está em grande falta, e dificilmente poderá crescer. Para haver crescimento, é necessário alimento, e este deve ser encontrado, principalmente, na igreja, pois o Novo Testamento mostra claramente que é em comunhão com a igreja que o cristão cresce.  Ef 4:11-16

Deus fez provisão para esta necessidade, pois “Ele mesmo concedeu uns para … pastores e mestres”. Ele próprio deu, para cada igreja, irmãos capacitados para alimentar o povo de Deus através do ensino da Palavra. E não são somente os pastores e mestres que tem esta responsabilidade; os anciãos também devem ser aptos para ensinar (I Tm 3:2). Nem sempre esta aptidão será para o ensino público. Muito pode ser feito em conversas ou visitas particulares, em circunstânciTas onde o ensino público não pode, ou não consegue, surtir o efeito desejado. Mas, seja por meio do ensino público ou individual, a verdade é que, em cada igreja local, o alvo deve ser que cada um dos membros esteja encontrando alimento para as necessidades.

A Igreja e Seus Propósitos.


Base Bíblica: Jo. 4 23.
Base de Apoio: Mc. 12:30,31
Alvo Geral: A Igreja cresce conforme sua santidade.
Alvo específico: Para ir para fora temos que arrumar dentro primeiro.


O 1º Propósito da Igreja é a Adoração, Jo. 4 23
Talvez seja o mais fácil ou o mais exercido porque fala de Adoração de busca constante pela presença do Senhor, não vamos entrar em méritos sobre qual adoração é correta o objetivo da mensagem não é este, e sabemos que cada igreja, ministérios, comunidades, pessoas, grupos ou até mesmo os incrédulos tem a sua própria adoração a Deus.
Uma igreja tradicional vai a adorar a Deus conforme seu costume e sua doutrina a mesma coisa acontece com os renovados e os pentecostais.
A mulher samaritana questionava o Senhor Jesus sobre onde deveria acontecer a Adoração a Deus e Ele respondeu: Jo. 4 23 Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Ou seja adoração não seria mais em lugares específicos como Jerusalém ou nos montes e sim em todo o mundo porque não importa seu estilo de adoração mas o que importa é que seja feita em espírito e em verdade.
Nos seres humanos fomos criados para adorar a Deus e como diz o Salmo 96: 2 Cantai ao Senhor, bendizei o seu nome; anunciai de dia em dia a sua salvação.3 Anunciai entre as nações a sua glória, entre todos os povos as suas maravilhas. Somos adoradores de Deus isso é o que mais importa neste propósito. Podemos adorar á Deus com cantos, anunciando as suas maravilhas, com danças, com gestos, com teatro, com tantos outras coisas que seria quase impossível definir a verdadeira Adoração. Mas quando você for para a igreja vá para adorar ao Senhor porque Ele é bom.

O 2º Propósito da Igreja é Manter Comunhão uns com os outros. I Jo. 1: 7
O Apóstolo João disse: I Jo. 1: 7 mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado.
Esse propósito é uma das definições de culto a Deus manter comunhão é o nosso propósito é a nossa essência, como poderemos salvar um mundo perdido se não conseguimos manter comunhão entre nós mesmos. Como manter comunhão se não oramos uns pelos outros. Esse propósito define quem somos, uma Igreja unida ou uma Igreja dividida. É muito ruim quando você congrega em igreja que tem as famosas panelinhas, ou os grupinhos.
A desunião é a maldição das igrejas de hoje, imagine os jovens não aparecem nos culto de oração, as mulheres não aparecem na escola bíblica dominical, os obreiros não vão aos cultos da mocidade. Então quando chega o culto de domingo, estão todos lá como se nada tivesse acontecido como se a comunhão não fosse abalada, mas na verdade não existe comunhão.
Como você sabe se sua igreja não é unida? É simples a resposta, quando você ver falta de colaboração nas festividades entre os próprios irmãos da igreja isso é um sinal que não há comunhão na igreja. A forma que a igreja recebe os visitantes também demonstra sua comunhão.O Senhor Jesus Cristo disse: Mc. 12: 31 E o segundo é este: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que esses.
Temos que amar uns aos outros esses é um mandamento, quando á amor na igreja, a comunhão é uma conseqüência. No congresso de jovem você vê as irmãs empenhadas em trazer seus filhos, no congresso de mulheres os jovem fazer o possível para trazer a suas mães ou seja quando a comunhão automaticamente crescer o amor entre os irmãos e o Senhor Jesus diz a nos Jo. 13:35 Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros.

Na Palavra de Deus está escrito em Romanos 13: 8 A ninguém devais coisa alguma se não que ameis uns aos outros.
Quero te fazer lembrar que amor engloba várias coisas entre tantas o cuidar é uma delas quem ama cuida, e quando você cuida da comunhão promovendo eventos que uni os irmãos então Cristo agradece com uma harmonia entre a Igreja e o Espírito Santo, trazendo um amor pelos não cristão. Quando conseguimos cumprir o segundo propósito o terceiro passa a ser uma tarefa prazerosa, amar os perdidos, se preocupar com a salvação deles alegra o coração de Deus.

O 3º Propósito da Igreja é Fazer discípulos. Mt. 28: 19 – 20.

Antes de você sair para evangelizar você deve se fazer as seguintes perguntas:
Como era minha vida antes de conhecer Jesus. Como percebi que precisava de Jesus. Como comprometi minha vida com Jesus. A diferença que Jesus faz em minha vida.
Vão e façam discípulos: você foi feito para uma missão; então o terceiro propósito da igreja é compartilhar a mensagem de Deus por meio da Evangelização. At. 1: 8 Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra. Você deve compartilhar três mensagens de Deus para o Próximo 1. a mensagem da Cruz, 2. seu testemunho de vida, 3. Suas experiências com Deus.
1. A Mensagem da cruz. Não pode ser teológica, nem tão pouco teses pessoais, nunca opinião própria e sim a mensagem verdadeira Cristo morreu para perdoar pecados e ressuscitou para de dar a vida eterna. I Jo. 1:7 > mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado.
2. Seu Testemunho de Vida. Conte a história de como você iniciou seu relacionamento com Cristo. Suas lições de vida que Deus lhe ensinou. Sua paixão de origem divina, as questões pelas quais você mais se interessa segundo a forma que lhe deu. As boas novas as mensagem da Salvação. Rm. 10: 9 Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo;
3. Suas experiências com Deus. Por exemplo: a primeira vez que você sentiu a presença do Espírito Santo, as experiências com Deus com livramentos, bênçãos, alegrias, etc.



terça-feira, 18 de julho de 2017

Gincana da Escola Bíblica Dominical

Gincana da Escola Bíblica Dominical
1. De acordo com a Lição, defina carne.
R) Dentro do contexto neotestamentário, o vocábulo carne é sarx. Essa palavra é utilizada para designar a natureza adâmica que domina o velho homem e o leva a praticar as obras da carne. A palavra carne, no aspecto teológico, denota a fragilidade humana e a sua tendência ao pecado. Ela é a sede dos apetites carnais.
2. Quais são as obras da carne relacionadas em Gaiatas 5.19-21?
R) Adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias.
3. Segundo Gaiatas 5.22, relacione o fruto do Espírito.
R) Amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.
4. Como podemos identificar uma árvore?
R) Não se conhece uma árvore pelas’ folhas, mas sim pelos frutos.
5. Qual o significado da palavra concupiscência?
R) Segundo o Dicionário Wycliffe, este é um “termo usado teologicamente para expressar os desejos malignos e lascivos que assediam os homens caídos”. Desejo desenfreado.
6. O que é caráter?
R) Segundo o Dicionário Houaiss é “um conjunto de traços psicológicos e, ou morais, que caracterizam um indivíduo”. O caráter não é inato e pode ser mudado.
7. Qual é a fonte de nossa real alegria?
R) Deus é a fonte da nossa alegria e de todas as dádivas que recebemos (Tg 1.17).
8. A inveja é resultado do quê?
R) Definitivamente, a inveja é um sentimento negativo que pertence à natureza adâmica. Esse sentimento perverso tem a sua origem em Satanás, pois ele tentou ser semelhante a Deus (Is 14.12-20).
16. Quando ocorre a justificação?
R) A justificação ocorre quando nós, pela fé, recebemos Jesus como nosso único e suficiente Salvador.
17. Defina paz.
R) Podemos definir paz como um estado de tranquilidade e quietude interior que não depende de circunstâncias externas. No grego, o vocábulo paz é eirene e refere-se à unidade e harmonia.

18. O que significa o termo paciência?
R) O termo paciência no grego é makrothümia e significa longanimidade, perseverança e firmeza.
19. O que é ansiedade?
R) A ansiedade é uma perturbação interior causada pela incerteza, pelo medo.
20. O que é benignidade?
R) Benignidade significa índole boa, bom caráter; benevolência, humanidade e bondade.
21. Como a bondade de Deus é revelada a nós?
R) A bondade do Pai pode ser revelada na sua provisão, pois Ele faz com que o sol e a chuva se levante sobre os justos e injustos.
22. Qual o primeiro homicídio registrado nas Escrituras Sagradas depois da Queda?
R) Caim matou seu irmão Abel.
23. Defina fidelidade.
R) Fidelidade, segundo o Dicionário Houaiss é a “característica do que é fiel, do que demonstra zelo, respeito por alguém ou algo, lealdade”. Logo, podemos afirmar que a fidelidade é a característica de quem é Leal.
24. O que é idolatria?
R) O vocábulo idolatria, no grego, é eidololatria e significa culto destinado a adoração de ídolos.
25. De acordo com a lição, o que é ser manso?
R) Ser manso é ser humilde, amável e cortez.
26. Qual a recompensa para os mansos segundo o Sermão da Montanha?
R) Eles herdarão a terra” (Mt 5.5).
27.Qual a palavra utilizada no grego para temperança e qual o seu significado?
R)     No grego, a palavra temperança é enkráteia, que significa autocontrole, disciplina (2 Pe 1.6; Tt 1.8). Este vocábulo é também utilizado por Paulo para tratar a respeito da pureza sexual (1Co 7.9).
28. Qual é o primeiro fruto que encontramos na relação de Gaiatas 5.22?
R) O amor.
29. Cite três vocábulos da língua grega para denominar o amor.
R) ágape, amor divino; philéo, amor entre amigos e eros, amor entre cônjuges.
30.  Quem é o nosso exemplo perfeito de amor?
R) Jesus Cristo


Veja


domingo, 25 de junho de 2017

Fariseus e saduceus


AS SEITAS JUDAICAS
1- Os fariseus
a- Seus antecedentes eram os reformadores dos tempos de Esdras e Neemias.
b- Quando Matatias revoltou-se contra os esforços de Antioco, os Hasidim “os
piedosos” o apoiaram e se ligaram a ele.
c- Mais tarde os Hasidim foram denominados perushim “os separados”.
2-Os Saduceus
a- O nome possivelmente vem de Zadoque , o sumo sacerdote dos tempos de Davi
( 2 Sam.8:17, 15:24 )
b- Eles aparecem na história na mesma época que os fariseus.
c- Enquanto os fariseus eram nacionalistas, a tendência dos saduceus era na
direção da filosofia grega com a cultura grega.
d- Sendo eles um partido político de tendências sacerdotais e aristocráticas, tinham
pouca influência com o povo comum.
3- Uma comparação entre Fariseus e Saduceus :
Fariseus:
a- Constituíram o núcleo da aristocracia religiosa e acadêmica.
b- Ensinavam que a alma era imortal, que havia uma ressurreição corporal e
julgamento futuro com galardão ou castigo.
c- Acreditavam na existência de anjos e espíritos bons e maus.
d- Predestinatários, mas aceitaram que o homem tinha livre arbítrio e responsável
moralmente.
e- Coordenaram a tradição e a Lei escrita numa massa de regras de fé e a prática
evoluindo com os tempos.
Saduceus
a- Constituíram o núcleo da aristocracia sacerdotal, política e social.
b- Ensinaram que não há nem galardão nem castigo.
c- Negaram a existência de espíritos e anjos.
d- Enfatizaram a liberdade da vontade humana, rejeitando o determinismo e o azar.
e- Mantinham que a Torah era única fonte infalível de fé e prática.
5- Os Essenios
a- Não mencionados no N.T. mas Filo disse que havia 4.000 ou mais.
b- Eram uma seita ascética com sede na beira ocidental do mar morto.
c- Pensa-se que houve muitos deles nas vilas e cidades da Palestina.
d- Seguiram, o conceito de comunidade de bens, abstinência , meditação, trabalho
zeloso e o celibato.
6- Os Herodianos
a- Eram partido político não religioso .
b- Esperaram que Herodes cumprisse a realização da esperança da nação.
7- Os Zelotes
a- Legalistas , pietistas, messianistas nacionalistas, intolerantes dos judeus
impiedosos e de Israel na subjugação aos romanos.

A ESPERANÇA MESSIÂNICA DOS JUDEUS
1- O surgimento no período interbíblico
a- Na época da restauração - Com o desaparecimento dos profetas houve pouca
ênfase na esperança messiânica. O interesse do povo era a observação da lei (
Ne. 8: 1-3 , 9:13- 16 ).
2- Na época dos macabeus
a- A perseguição intensa inspirou a esperança dum líder super- humano.
b- Especialmente após a tomada de Jerusalém pelos romanos em 63 a.. C. ,
encontramos o ressurgimento da esperança messiânica
3- Na época do nascimento de Cristo
a- É fato conhecido que quando Cristo veio houve uma larga expectativa da vinda
do Messias , especialmente com a morte de Herodes, o Grande.
b- Mesmo pensadores gentios como Tácito e Suetonio manifestam esta esperança
de alguém surgir dentre os judeus.
4- A idéia básica
a- Geralmente os judeus buscavam que os resgatasse um Rei que levantaria um
reino eterno e julgaria os maus. Esperavam a salvação de Israel, não dos gentios.
c- Esperavam alguém mais do que mero homem denominando-o de “O santo e
Poderoso” , “Messias “, etc. Pode ser que pensavam nele com um anjo poderoso
que viesse agir sobrenaturalmente.
5- Uma opinião de minoria
a- Alguns poucos judeus esperavam um messias sofredor.
b- Eram homens espirituais que procuravam nas Escrituras a verdade.
c- Nota-se homens como Simeão, Natanael, João Batista e Ana..

O ADVENTO DE CRISTO
1- Neste período de silêncio, o mundo foi preparado para a vinda de Cristo através de
vários povos. O apóstolo Paulo escreveu em Gl. 4:4 “Mas vindo a plenitude dos
tempos , Deus enviou seu filho”. Marcos afirmou o mesmo, dizendo : “O tempo
está cumprido e o reino de Deus está próximo” Mc. 1:15. É interessante notar a
preparação do mundo para a primeira vinda de Cristo e as contribuições dos três
grande povos daquela época. Verdadeiramente, Cristo veio na plenitude dos
tempos.
2- Elementos na preparação para a vinda de Cristo: Judaicos
a- Um povo divinamente preparado
b- Um povo escolhido para ser testemunha entre as nações
c- Escrituras proféticas predizendo a vinda do Messias
d- A dispersão dos judeus em todo o mundo conhecido
e- Sinagoga onde se estudava as Escrituras que forneceriam local para a pregação
do evangelho
f- Proselitismo que trouxe muitos gentios para o judaísmo
g- Era o povo do Livro, Interessado na prática da religião e na busca da salvação
h- Uma esperança da vinda do Messias foi oferecida pelos judeus a um mundo de
religiões pagãs. Também o judaísmo ofereceu , pela parte moral da Lei Judaica,
o sistema de ética mais puro do mundo. Mas o mais importante é que os judeus
prepararam o caminho para vinda de Cristo pelo fornecimento de um Livro
Sagrado, o Velho Testamento.
3- Elementos Gregos :
a- A filosofia grega que se aproximava do monoteísmo, tendência para a
imortalidade, ênfase sobre a consciência e dignidade humana e liberalismo de
pensamento.
b- A língua grega, tradução do A . Testamento, para a pregação do evangelho e a
escrita do N.T. junto com os termos adotados por Paulo e outro pregadores do
Novo Testamento para explicar o evangelho. No primeiro século os romanos
cultos conheciam grego e também latim. O dialeto grego usado no quinto
século a. C. , na época da glória de Atenas, tornou-se o dialeto
“Koiné” ( comum ) do primeiro século . O dialeto da literatura clássica de
Atenas foi modificado e enriquecido pelas mudanças que sofreu nas conquistas
de Alexandre Magno no período entre 338 e 146 a .C. . O NT. Foi escrito nesse
dialeto vulgar ( comum ).
c- A cultura helenística em geral com seu espírito cosmopolita, transcendendo as
barreiras, o judeu helenizado que serviria como ponte entre o judeu e gentio e a
busca da salvação do mundo romano.
d- Por um lado a filosofia grega deu uma contribuição positiva, mostrando o melhor
que o homem pode fazer na busca de Deus pelo intelecto, por outro contribuiu
negativamente, pois, nunca deu uma satisfação aos corações e nunca conduziu o
homem a um Deus pessoal.
4- Elementos romanos – Contribuição política :
a- Cristo veio ao mundo época do Império Romano. Todo o mundo ficou sob um
governo único, uma lei universal, era possível obter cidadania romana, ainda que
a pessoa não fosse romana. O império Romano mostrou as tendência de unificar
os povos de raças diferentes numa organização política.
b- Havia paz na terra quando Cristo nasceu . Os soldados romanos asseguravam a
paz nas estradas da Ásia, África e Europa.
c- Construíram excelentes estradas ligando Roma a todas as partes do Império. As
estradas principais foram construídas de concreto. As estradas romanas e as
cidades estratégicas localizadas nos caminhos eram indispensáveis a
evangelização do mundo no primeiro século.
5- Resumo dos elementos :
Na plenitude dos tempos, quando a maior parte do mundo ficou sob uma lei e um
governo, e todo o mundo falou a mesma língua diariamente, Cristo veio, cumprindo as
profecias e especialmente Jerusalém, localizava-se onde as estradas atravessavam
ligando os continentes da Ásia e África com Europa..

OS EVANGELHOS
Introdução: Os três primeiros evangelhos foram pela primeira vez chamados
“evangelhos sinóticos” por J.J. Griesbach, um estudioso da Bíblia de nacionalidade
alemã, no final do século XVIII. O adjetivo “sinótico” vem do grego (synopsis ) , que
significa “ver em conjunto”. Griesbach escolheu a palavra devido ao alto grau de
semelhanças entre Mateus, Marcos e Lucas em suas apresentações do ministério de
Jesus.
Essas semelhanças, que envolvem estrutura, conteúdo e enfoque , são visíveis
mesmo ao leitor desatento. Elas servem não apenas para unir os três primeiros
evangelhos , mas também para separa-los do evangelho de João, que tem um propósito
especial e apresenta material que não se encontra nos demais evangelhos.

Mateus, Marcos e Lucas estruturam o ministério de Jesus de acordo com uma seqüência
geográfica geral: ministério da Galiléia, retirada para o norte ( tendo por clímax e ponto
de transição de Pedro ), ministério na Judéia e Peréia quando Jesus se dirigia para
Jerusalém ( algo não tão claro em Lucas ) e o ministério final em Jerusalém. Essa
seqüência está praticamente ausente em João, evangelho que se concentra no
ministério de Jesus em Jerusalém durante as visitas que periodicamente fazia a cidade

.Quanto ao conteúdo , os três primeiros evangelistas narram muitos dos mesmos
acontecimentos, concentrando-se nas curas, exorcismos e ensinos por meio de
parábolas realizados por Jesus. João , embora narre algumas curas significativas, não
traz qualquer relato de exorcismo nem parábolas ( pelo menos das do tipo encontrado
em Mateus, Marcos e Lucas ). Além disso, muitos dos acontecimentos que
consideramos característicos dos três primeiros evangelhos estão ausentes em João :

O envio dos Doze, a transfiguração, o sermão profético, a narrativa da última ceia. Ao
apresentarem Jesus constantemente em atividade e ao sobreporem ações -
especialmente milagres – e ensinos ( geralmente ) curtos, os primeiros três evangelistas
criam um clima de ação intensa e ininterrupta. Isso contrasta claramente com o clima
mais contemplativo de João, que narra bem menos acontecimentos do que evangelistas
Sinópticos e prefere apresentar Jesus fazendo longas dissertações em vez de
parábolas curtas ou declarações breves e expressivas.

A evolução dos Evangelhos Sinópticos : Como os evangelhos Sinópticos foram
escritos? Como os autores obtiveram as informações que utilizaram sobre Jesus ?
Porque os três relatos são parecidos em tantos lugares e tão diferentes em outros ? Qual
foi o papel dos próprios evangelistas – registrar a tradição ? Autores com um ponto
de vista próprio? E, para trazer a tona a questão maior que se oculta por trás de todas
as demais – por que quatro evangelhos ?

Tais perguntas e outras semelhantes tem sido a preocupação de cristãos zelosos desde
o inicio da igreja. Um cristão do século II, Taciano, combinou os quatro evangelhos
em seu Diatessaron, Agostinho escreveu um tratado intitulado A Harmonia do
Evangelhos. Os estudiosos, no entanto , tem se debruçado mais profundamente sobre
essas questões desde o surgimento da crítica bíblica modernas em fins do século

PERÍODO INTERBÍBLICO - Alexandre o Grande

PERÍODO INTERBÍBLICO

DEFINIÇÃO :
Trata do período de eventos que ocorreram entre o fim do A . T. e o início do N.
T.
As datas são de 424 a . C. até 5 a. C.
POR QUE ESTUDAR ?
a- As históricas razões – explicam o fundo histórico do N. T.
b- Culturais - explica a origem e desenvolvimento dos costumes , instituições e vida
espiritual do povo judaico do período do N. Testamento.
c- Messiânico - demonstra como Deus preparou o mundo para o Advento .
AS DIVISÕES DO PERÍODO INTERBIBLICO
Entre as datas marcadas para nosso estudo muitos eventos passaram que não teremos
oportunidade de reconhecer . Nós daremos atenção especial ao fim do A .T., os
tempos de Alexandre, as guerras dos macabeus e Herodes.
São eles: Período persa
Período grego
Período grego egípcio
Período grego sírio
Período macabeu
Período romano

a- Os cativeiros
1- Depois de um longo período de apostasia , o Reino do Norte foi conquistado e
levado para o cativeiro pelos assírios em 721 a . C.
2- O Reino do Sul recebeu tratamento semelhante ás mãos dos babilônios sob
Nabucodonozor em 586 a . C.
b- As restaurações :
1- Cerca de 50.000 exílios cerca do ano 536 foram permitidos por Ciro voltar a
Palestina com Zorobabel ( Esdras 1:6 )
2- Os eventos do livro de Ester passaram na Pérsia cerca do ano 483
3- Esdras , um escriba , chegou em Jerusalém cerca do ano 457, promoveu várias
reformas civis e religiosas ( Esdras 7: 10 ) .
4- Neemias e seus companheiros chegaram na Palestina cerca de 445 a. C.
5- Malaquias dirigiu seus ministério num período de decadência espiritual cerca
de 432-424 , ele marcou o fim do A . T.
O PERÍODO PÉRSICO - Ao encerrar-se o A.T. lá pelo ano 430 a . C. , a Judéia era
uma província da Pérsia . Esta havia sido potência mundial por uns 100 anos.
Continuou a sê-la por outros 100 anos, durante os quais não se conhece muito acerca
da história judaica. O domínio pérsico , na sua maior parte , foi brando e tolerante,
gozando os judeus de considerável liberdade.
Os reis persas desse período foram:
Artaxerxes I, 464 – 423. Sob seu governo , Neemias reconstruiu Jerusalém.
Xerxes II , 423 a . C. Dario II, 423- 404 a . C. Artaxerxes II ( Mnemom ), 404 – 359 a.
C. Dario III ( Codomano ), 335-331 a . C. Sob o governo deste o império pérsico caiu.
CARACTERÍSTICAS DO PERÍODO PERSA
1- Decadência espiritual vista em Ageu e Malaquias.
2- Desenvolvimento do poder do sumo sacerdote
Após Neemias , Judéia foi incluída na província da Síria . Assim o Sumo
Sacerdote se tornou governador da Judéia e autoridade da Síria.
3- Os inícios do escribismo com um interesse exagerado na Letra da Lei.
O PERÍODO GREGO - A história do Antigo Testamento se encerrou com o
cativeiro que a Assíria impôs ao reino do norte, Israel , com o subsequente cativeiro
babilônico do reino do sul, Judá , e com o regresso , a Palestina , de parte dos
exilados, quando da hegemonia persa nos séculos VI e V .C. Os quatro séculos entre
o final da história do Novo Testamento compreendem o período intertestamentário. (
ocasionalmente chamados “os quatrocentos anos de silêncio”, devido ao hiato, nos
registros bíblicos , e ao silenciamento da voz profética ). Durante esse hiato é que
Alexandre o Grande se tornou senhor do antigo Oriente Médio, ao infligir sucessivas
derrotas aos persas

OS TEMPOS E SIGNIFICÂNCIA DE ALEXANDRE , O GRANDE
a- A origem de Alexandre
1- Felipe de Macedom uniu os estados gregos para expulsar os persas da Ásia
Menor. Morreu assassinado durante uma festa . ( 337 a . C.)
2- Alexandre seu filho, de grande capacidade de liderança, educado sob o famoso
Aristóteles , era devotado a cultura grega. Tirou sua inspiração da ilíada de
Homero.
b- As conquistas de Alexandre
1- Após o domínio da Grécia penetrou a Pérsia , império 50 vezes maior , com
população 20 vezes a da Grécia.
2- Em 334, penetrou na Ásia Menor vencendo o exército persa no Rio Grânico,
perto de Troade.
3- Em pouco tempo com apenas a idade de 22 anos, conquistou a Sardo, Mileto,
Éfeso e Halicarnaso, estabelecendo em cada cidade a democracia grega.
4- Em 333 a .C. foi ao encontro de Dario na Batalha de Isso, a qual ganhou.
5- Daí foi sem grande resistência até o Egito que também o dominou.
6- Em 332 cercou a Tiro, que tomou antes de descer ao Egito.
7- Venceu Dario decisivamente na batalha de Arbela em 331 a .C. dando fim ao
grande império Persa.
8- Continuou suas conquistas até o rio Indo.
9- Morreu com apenas 33 anos com suas forças dissipadas pelo álcool e malária. No
ano 323 morreu com a bebida ( vinho )
10- Fundou 70 cidades, moldando-as conforme o estilo grego. Ele e os seus
soldados contrairam matrimônio com mulheres orientais . E assim foram misturadas
as culturas grega e oriental.
11- Antes do falecimento de Alexandre, ( 323 a .C. ) seus principais generais
dividiram o império em quatro porções , duas das quais são importante no pano-defundo
do desenvolvimento histórico do Novo Testamento, a porção do Ptolomeus e a
dos Selêucidas. O império dos Ptolomeus centralizava-se no Egito, tendo Alexandria
por capital. A dinastia governante naquela fatia do império veio a ser conhecida
como os Ptolomeus . Cleópatra , que morreu no ano 30 a .C. foi o último membro da
dinastias dos Ptolomeus. O império selêucida tinha por centro a centro a Síria, e
Antioquia era a sua capital . Alguns dentre a casa ali reinante receberam o apelido de
Seleuco, mas diversos outros forma chamados Antioco. Quando Pompeu tornou a
Síria em província romana, em 64 a .C. chegou ao fim o império selêucida .
12- A Palestina tornou-se vítima das rivalidades entre os Ptolomeus e os
Selêucidas. A princípio os Ptolomeus dominaram a Palestina por cento e vinte dois
anos ( 320-198 a .C.) O judeus gozaram de boas condições durante este período. De
acordo com um antiga tradição, foi sob Ptolomeu Filadelfo ( 285-246 a .C ) que setenta
e dois eruditos judeus começaram a tradução do Antigo Testamento hebraico para o
grego, versão essa que se chamou Septuaginta
c- A influência de Alexandre :
1- Sua influência foi muito grande por causa de sua extensão e permanência.
2- Estabeleceu centro de comércio e cultura em toda a extensão do seu império.
3- Com a penetração da cultura grega, a superstição oriental cedeu a liberdade do
pensamento grego na filosofia, arquitetura , deuses , e religião e atletismo
(primeira olímpiada , 776 a .C.) Surgiram bibliotecas e universidades em
Alexandria e Tarso como em outros lugares.Preparou-se assim o campo para
religião universal.
4- De grande importância foi a disseminação da língua grega, criando a
possibilidade de pregação do evangelho duma língua universal e a criação
duma Bíblia legível em toda a extensão da bacia do Mediterrâneo.
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A - Eventos relacionados com Alexandre e com Antíoco :
1- Após a morte de Alexandre , começou a luta para o controle do império.
2- Em 301 a.. C. na batalha de Ipso a divisão efetuou-se em quatro partes .
3- Egito e Palestina ficaram com Ptolomeu Soter ( lagos ) e a Síria do Norte e
Ásia Menor com Seleuco.
4- Os Ptolomeus dominaram a Palestina até 198 quando os sírios com Seleuco
anexaram a Terra Santa ao seu domínio.
5- Antíoco , o Grande ( III ) que conquistou a Palestina morreu , foi seguido pelo
seu filho Seleuco Filopater ( 187 – 175 ) que foi envenenado abrindo caminho
para a sucessão de seu irmão Antíoco Epifânio ( IV ).
OS ATOS DE ANTÍOCO EPIFÂNIO ( 175 – 164 )
1- Epifânio ( nome que deu a si mesmo ) significa “deus manifesto”
2- O sumo sacerdote , Onias III, liderou os nacionalistas, Jasom, seu irmão
dirigiu os helenistas.
Jasom ofereceu grande soma de dinheiro a Antíoco por ser apontado sumo
sacerdote no lugar do seu irmão. Prometeu também helenizar a Jerusalém.
Quando assim foi apontado, tornou o povo cidadãos da capital da Síria, Antioquia
, erigiu um ginásio grego logo em baixo o templo, os jovens judeus começaram
tomar parte nos jogos gregos. Jasom criou um altar , até mandou ofertas as festas
de Hércules em Tiro.
Os nacionalistas são os antecedentes dos Fariseus, helenistas dos saduceus.
3- Antíoco fez várias expedições para o Egito. Numa delas ouve rumores de sua
morte que provocou grande regozijo entre os judeus. Ao ouvir isto, Antíoco
massacrou 40.000 judeus num só dia. Muitos judeus foram escravizados e o
templo roubado.
4- Numa campanha seguinte, os romanos forçaram sua desistência no Egito. Na
sua grande ira derramou-a sobre Jerusalém. No Sábado matou muitos,
escravizou outros, destruiu partes da cidade. Mandou erradicar a religião
judaica. Quem possuia cópia da lei ou tivesse circuncidado a criança seria
morto. Finalmente converteu o templo em templo de Zeus, profanou o
Templo , em cujo altar , ofereceu uma porca em sacrifício, destruiu cópias das
Escrituras , vendeu milhares de judias para o cativeiro, e recorreu a toda espécie
imaginável de tortura para forçar os judeus a renunciar sua religião. Isso deu
ocasião a revolta dos Macabeus, umas das mais heróicas façanhas da história.

A REVOLTA DOS MACABEUS ( 167 – 63 a.C )
1- A revolta começou com Matatias, sacerdote em Modim ( 167 ) . Período de
Independência, também chamado de Hasmoneano. Matatias, era sacerdote patriota
e de imensa coragem, furioso com a tentativa de Antioco Epifânio de destruir os
judeus e sua religião, reuniu um bando de leais compatriotas e defraudou a bandeira
da revolta. Essa revolta teve inicio quando Matatias , sendo obrigado por um
agente de Antioco para oferecer um sacrifício pagão, este recusou matando-o, e
fugiu na companhia dos cinco filhos, para uma Região Montanhosa. Seus filhos
eram: Judas, Jônatas, Simão , João e Eleazar. Essa familia era chamada de
Hasmoneanos, por causa de Hasmom , bisavô de Matatias, ou de Macabeus,
devido ao apelido Macabeu ( Martelo ) conferido a Judas, um dos filhos de
Matatias.
2- Judas Macabeu encabeçou uma campanha de guerrilhas de extraordinário sucesso,
até que os judeus se viram capazes de derrotar os sírios em campo de batalha
regular. A revolta dos Macabeus, entretanto , foi também uma guerra civil
deflagrada entre os judeus pró-helenistas e anti – helenistas .
3- Judas entrou em Jerusalém e reedificou o templo , os judeus recuperaram a
liberdade religiosa, foi esta a origem da Festa da Dedicação ( João 10:22) , entre
165 e 164 a. C.
4- Significância da opressão síria e revolta dos macabeus:
a- Restaurou a nação da decadência política e religiosa.
b- Criou um espiríto nacionalista, uniu a nação e suscitou virilidade.
c- Deu um novo impulso ao judaismo, novo zelo pela lei e esperança messiânica.
5- Intensificou o desenvolvimentos dos dois movimentos que se tornaram os Fariseus
e os Saduceus.
a- Os Fariseus surgiram do grupo purista e nacionalista.
b- Os Saduceus surgiram do grupo que se aliou com os helenistas.
6- Deu maior ímpeto ao movimento da dispersão com muitos judeus querendo se
ausentar durante as terríveis perseguições de Antioco.

PERÍODO ROMANO – ( 63 a.C.)
1- Eventos que relacionaram os dias dos macabeus com o tempo de Herodes :
a- Os irmãos de Judas, Jônatas e Simão sucessivamente lideraram o povo após a
morte de Judas
b- Os descendentes dos macabeus continuaram no poder até o ano 63 a.C. quando
os romanos tomaram o poder.
c- A junção do poder civil com sumo sacerdócio provocou uma decadência
espiritual. A luta pelo poder tirou a devoção a Jeová.
2- Antecedentes na vida de Herodes.
a- Antipater , um idumeu ( descendente de Edom , ou Esaú , conseguiu lugar de
destaque com os romanos.
b- Como procurador judeu , colocou seu filho Herodes como tetrarca de Galiléia.
c- Herodes mostrou grande zelo no seu governo, erradicando os bandidos que
tinham infiltrado a Galiléia.
d- Com a morte de Antipater ( 40 a . C.) conseguiu de Cesar ser apontado rei de
Judeia.
e- Com a invasão de Jerusalém e a morte de Antigono, ultimo descendente dos
macabeus, Herodes começou a reinar no ano 37 a . C.
3- Três períodos no reinado de Herodes
a- Os primeiros 12 anos ( 37-25 ) foram gastos na luta pelo poder .
b- Os segundos 12 anos ( 25 –13 ) foram seus melhores anos.
c- Os últimos 9 anos ( 13 –4 ) se caracterizaram pela crueldade e amargura (
assassinou a duas de suas esposas e pelo menos a três de seus próprios filhos.
Foi este Herodes que governava Judá quando Jesus nasceu, e que trucidou os
meninos de Belém.
d- Herodes morreu de hidropsia e câncer nos intestinos, em 4 a.C.
4- Os sucessos de Herodes
a- Uso de muito tato na sua tentativa de helenizar os judeus, que Antíoco Epifania.
b- Com espetáculos, jogos, etc, ganhou a lealdade dos jovens judeus que se
tornaram os herodianos.
c- Aumentou a fortaleza de Jerusalém denominada “Antonia”
d- Edificou a Cesaréia
e- Entre seus muitos projetos de edificação , sua maior contribuição para os judeus,
foi o embelezamento do templo de Jerusalém, Isso não expressava sua
participação na fé judaica ( ele não acreditava nela ) mas foi uma tentativa de
conciliar seus súditos. O templo de Jerusalém , decorado com mármore branco ,
ouro e pedras preciosas, tornou-se proverbial devido ao seu esplendor : Quem
Jamais viu o templo de Herodes nunca viu o belo”.
5- Herodes e a vinda de Cristo.
a- Ele foi parte do governo romano que preparou o contexto da vinda de Cristo.
b- Foi rei governante quando Cristo nasceu.

Fonte:Pra Maria Aparecida Dalcin Kullian 

terça-feira, 30 de maio de 2017

Zhèngfǔ


shàngdì chuàngzàole wǒmen chóngbài tā, bìng tǒngzhì zhège tǔdì, dàn zuì jìnrùle rénlèi jīyīn hé rén shì méiyǒu shén de.
Dànshì yǒu shén yǔ rén, shén qīnzì sòng dào tā de érzi sǐ RM wǒmen dì dìfāng zhī jiān de héjiě.
Jīdū, mí sài yà zhīfù de jiàgé wèi wǒmen de zuì dé shèmiǎn, jīntiān wǒmen tōngguò tā de érzi yēsū kè lǐsī tuō yǒu shàngdì de fǎngwèn.

Shèngjīng de cānkǎo:
João3.16-21 Shén ài shìrén, shènzhì jiāng tā de dúshēngzǐ cì gěi tāmen, ràng dàjiā shuí xìn tā de, bù zhì mièwáng, fǎn dé yǒngshēng. Yīnwèi shén chāi méiyǒu tā de érzi dào shìshàng lái qiǎnzé shìjiè, dàn, shìjiè kěnéng huì tōngguò ele.Quem bǎocún xìn tā de, bù bèi dìngzuì; bùxìn de, zuì yǐjīng dìngle, yīnwèi tā bùshì zài shàngdì de dúshēngzǐ de míngzì xiàng xìn.
Zhè shì duìhàorùzuò, nà guāng lái dào shìjiè, ér nánrén ài hēi'àn ér bùshì guāng; yīnwèi tāmen de xíngwéi shì xié'è de. 20, Měi yīgè zài zuò'è de biàn hèn guāng, bìng bù lái jiù guāng, wèi liǎo bù pī zhǐzé qí obras.Quem shíjiàn zhōng duìyú zhēnlǐ lái jiù guāng, suǒyǐ tā de xíngwéi kěyǐ zuòchū míngxiǎn de, yīnwèi duànzào shén.

Luómǎ 5.12-15 Zhè jiù rú yīgè nánrén zuì jìnrùle shìjiè, yòu shì cóng zuì sǐ, yúshì sǐ jiù suǒyǒu de rén, yīnwèi dōu fànle zuì.
Duìyú zhídào zhèngquán zuì de fǎlǜ shì zài shìjiè shàng, dàn zuì yě bù suàn zuì shí, yǒu méiyǒu lei.Entretanto, sǐwáng yàdāng tǒngzhì móxī, shènzhì chāoguò tāmen, yàdāng de zuìguo, zhè yùshì de xiāngsì hòu méiyǒu fànzuì yīgè shuí shì lái.
Rán'ér, bìngfēi rúcǐ lǐwù de zuìxíng; yīnwèi rúguǒ tōngguò yīgè duō sǐle, hékuàng gé lāsà·dé shā chū de zuìxíng, yóu yīgèrén, yēsū kè lǐsī tuō de ēndiǎn de lǐwù, fēngfùle xǔduō.

Luómǎ 8.1-7 Yīncǐ, xiànzài jiù bù dìngzuìle nàxiē zài jīdū Jesus.Porque shēnghuó zài jīdū yēsū lǐ de shènglíng de lǜ, shǐ wǒ tuōlí zuì de lǜ hé morte.Porquanto shénme fǎlǜ bùnéng, yīnwèi tā shì tōngguò ruò ròu, shén jiù zài zuì shēn hé zuì de xiàoxiàng sòng zìjǐ de érzi; ér shìshí shàng, zài ròutǐ, zuì dìngzuì zuì, yǐ shǐ fǎlǜ de zhèngyì yāoqiú, kěyǐ zài wǒmen, shuí de ròushēn zhīhòu zǒu bù duìxiàn, dàn jīngshén zhīhòu. 5 Yīn wéi shì ròutǐ hěn jièyì ròutǐ de shì; dàn nàxiē shuí shì jīngshén hòu Espírito.Porque ròutǐ de xīnlíng de dōngxī shì sǐ de, dàn jīngshén shì shēngmìng, píng'ān.
Yīncǐ, ròutǐ de, jiùshì yǔ shén wèi chóu, yīnwèi zhè shì bù shòu shàngdì de lǜ fǎ, yěshì kěyǐ de. 8 Érqiě shì zài ròutǐ bùnéng dé shén.

Qǐshì 20.11-15 Wǒ kàn dào yīgè báisè de dà bǎozuò hé tā shuí zuò zài qí shàng de. Cóng tā miànqián táozǒule dàdì hé tiānkōng, méi dìfāng fāxiàn tāmen.
Wǒ kànjiàn zài bǎozuò qián sǐle, wúlùn dàxiǎo, dōu dìwèi. Ránhòu, shūjí bèi dǎkāi. Rán'ér lìng yī běnshū, shēngmìng zhī shū, bèi dǎkāile. Hé sǐzhě shì gēnjù zìjǐ de zuòpǐn lái pànduàn, yóu xiě zài shū běn shàng de dōngxī. Hǎi jiāo chū qízhōng de sǐrén. Sǐwáng hé yīnjiān yě jiāo chū qízhōng zài qízhōng de sǐrén. Tāmen dōu zhào tā de zuòpǐn píngpàn měi gèrén.
Sǐwáng hé yīnjiān yě bèi rēng zài huǒ hú lǐ. Zhè shì dì èr cì de sǐ, huǒ hú. Ruò yǒurén míngzì méi jì zài shēngmìng cè shàng bèi rēng zài huǒ hú lǐ.

政府

上帝創造了我們崇拜他,並統治這個土地,但罪進入了人類基因和人是沒有神的。
但是有神與人,神親自送到他的兒子死RM我們的地方之間的和解。
基督,彌賽亞支付的價格為我們的罪得赦免,今天我們通過他的兒子耶穌克里斯托有上帝的訪問。

聖經的參考:
João3.16-21神愛世人,甚至將他的獨生子賜給他們,讓大家誰信他的,不至滅亡,反得永生。因為神差沒有他的兒子到世上來譴責世界,但,世界可能會通過ele.Quem保存信他的,不被定罪;不信的,罪已經定了,因為他不是在上帝的獨生子的名字相信。
這是對號入座,那光來到世界,而男人愛黑暗而不是光;因為他們的行為是邪惡的。 20,每一個在作惡的便恨光,並不來就光,為了不被指責其obras.Quem實踐中對於真理來就光,所以他的行為可以作出明顯的,因為鍛造神。

羅馬5.12-15這就如一個男人罪進入了世界,又是從罪死,於是死就所有的人,因為都犯了罪。
對於直到政權罪的法律是在世界上,但罪也不算罪時,有沒有lei.Entretanto,死亡亞當統治摩西,甚至超過他們,亞當的罪過,這預示的相似後沒有犯罪一個誰是來。
然而,並非如此禮物的罪行;因為如果通過一個多死了,何況格拉薩·德殺出的罪行,由一個人,耶穌克里斯托的恩典的禮物,豐富了許多。

羅馬8.1-7因此,現在就不定罪了那些在基督Jesus.Porque生活在基督耶穌裡的聖靈的律,使我脫離罪的律和morte.Porquanto什麼法律不能,因為它是通過弱肉,神就在罪身和罪的肖像送自己的兒子;而事實上,在肉體,罪定罪罪,以使法律的正義要求,可以在我們,誰的肉身之後走不兌現,但精神之後。 5因為是肉體很介意肉體的事;但那些誰是精神後Espírito.Porque肉體的心靈的東西是死的,但精神是生命,平安。
因此,肉體的,就是與神為仇,因為這是不受上帝的律法,也是可以的。 8而且是在肉體不能得神。

啟示20.11-15我看到一個白色的大寶座和他誰坐在其上的。從他面前逃走了大地和天空,沒地方發現他們。
我看見在寶座前死了,無論大小,都地位。然後,書籍被打開。然而另一本書,生命之書,被打開了。和死者是根據自己的作品來判斷,由寫在書本上的東西。海交出其中的死人。死亡和陰間也交出其中在其中的死人。他們都照他的作品評判每個人。
死亡和陰間也被扔在火湖里。這是第二次的死,火湖。若有人名字沒記在生命冊上被扔在火湖里。

правительство

Бог создал нас, чтобы поклоняться Ему и управлять этой землей, но грех вошел в человеческий ген, и человек был лишен Бога.
Но есть примирение между Богом и человеком, когда сам Бог послал Сына Своего, чтобы умереть гт наше место.
Господи, Мессией заплатил за прощение наших грехов, и сегодня мы имеем доступ к Богу через Его Сына Иисуса Кристо.

Библейские Ссылки:
João3.16-21 Ибо так возлюбил Бог мир, что отдал Сына Своего Единородного, дабы всякий, верующий в Него, не погиб, но имел жизнь вечную. Ибо не послал Бог Сына Своего в мир, чтобы судить мир, но чтобы мир спасен был чрез ele.Quem верующий в Него не судится; Неверующий уже осужден, потому что не уверовал во имя Единородного Сына Божия.
Это осуждение, что свет пришел в мир, но люди более возлюбили тьму, нежели свет; потому что дела их были злы. 20 ибо всякий, делающий злое, ненавидит свет и не идет к свету, чтобы не быть обвиненным своей практики obras.Quem правде идет к свету, чтобы его поступки могут быть явлена, потому что кованый в Боге.

Римляне 5.12-15 Посему, как одним человеком грех вошел в мир, и грехом смерть, так и смерть перешла во всех человеков, потому что все согрешили.
Ибо и до закона грех режима был в мире, но грех не вменяется, когда нет lei.Entretanto смерть царствовала от Адама до Моисея и над ними, что не согрешил по подобию преступлению Адама, который прообразом Тот, кто должен был прийти.
Однако, это не так, как подарок преступления; Ибо если преступлением одного подверглись смерти многие, то тем более Граса де Деус и дар по благодати одного Человека, Иисуса Кристо, изобиловала многим.

Римлянам 8.1-7 Итак, никакого осуждения тем, которые во Христе Jesus.Porque закон духа жизни во Христе Иисусе не освободил меня от закона греха и morte.Porquanto, что закон не мог, в том, что он был слаб по плоти, Бог послал Сына своего в подобии плоти греховной в жертву за грех; и, конечно, осудил грех во плоти, греха, для того, чтобы оправдание закона исполнилось в нас, живущих не по плоти, но по духу. 5 Ибо живущие по плоти помышляют плоти; но те, кто по духу вещи в Espírito.Porque ума от плоти есть смерть, а Дух есть жизнь и мир.
Поэтому плотские помышления суть вражда против Бога; ибо не подчиняется закону Бога, ни в самом деле может быть. 8 Итак, тогда они, что по плоти Богу угодить не могут.

Откровение 20.11-15 увидел я великий белый престол и Сидящего на нем, от лица Которого бежало землю и небо, и не нашлось для них.
Я видел мертвых, малых и великих, стоящих пред престолом. Затем были открыты книги. Еще одна книга, книга жизни, была открыта. И судимы были мертвые по делам их, теми вещами, которые были написаны в книгах. Отдало море мертвых, бывших в нем. Смерть и ад отдали мертвых, которые были в них. И судим был каждый по делам своим.
И смерть и ад повержены в озеро огненное. Это вторая смерть, огненное озеро. И кто не был записан в книге жизни, тот был брошен в озеро огненное.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Da obediência às autoridades


Rm 13.1-10  Paulo escreve a cristãos que vivem em Roma, a capital do Império Romano. O que ele diz a respeito da obediência às autoridades combina bem com o que Jesus tinha dito: “Deem ao Imperador o que é do Imperador e deem a Deus o que é de Deus” ( Mc 12.17 ). Fica claro que o cristão serve o Senhor também na vida diária dentro da sociedade.( 12.11 )
  13.1  Obedeçam às autoridades  1Tm 2.1-2 ;  Tt 3.1 ;  1Pe 2.13-17 ; ver também  Pv 8.15-16 .
    13.4  as autoridades estão a serviço de Deus para o bem de você  Paulo não diz o que o cristão deveria fazer quando as autoridades, em desobediência à vontade de Deus, fazem o que é mau ( 2Co 11.32-33 ). Também não explica quando os cristãos devem obedecer a Deus e não às autoridades, como Pedro e João deixaram claro aos membros do Conselho Superior dos judeus em Jerusalém ( At 4.19 ;  5.29 ).  têm poder para castigar  Ao pé da letra, o texto original diz: “Não é à toa que a autoridade empunha a espada”. Possivelmente, isso se refira à pena de morte.
  13.7  paguem… o que é devido  Mt 22.21 ; ver também  Mt 17.24-27 .
  13.8  amar uns aos outros  Jo 13.34 .  Quem ama… está obedecendo à lei  Gl 5.14 ;  Tg 2.8 
  13.9  Os seguintes mandamentos  Êx 20.13-15,17 ;  Dt 5.17-19,21 . num mandamento só  Lv 19.18 ; ver também  Mt 5.43 ;  19.19 ;  22.39 

Nós somente estamos livres de obedecer as autoridades terrenas, se tais autoridades, confrontarem com os mandamentos divinos, em primeiro lugar Deus e sua palavra(Bíblia Sagrada) e em segundo lugar a carta magna ou constituinte de nossos país.  

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Acidentes de Trânsito

A insegurança no trânsito é um problema mundial crescente e alarmante. Ainda que muitos países se esforcem para reduzir a quantidade de acidentes, eles são hoje uma das maiores causas de óbitos no mundo, tirando a vida de mais de 1,3 milhão de pessoas por ano.
Para se ter uma ideia do quão preocupante é o quadro, os acidentes de trânsito eram em 2012 a 9ª maior causa global de óbitos. E, se nada de significativo for feito, a previsão da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que em 2030 passem a ser o 7ª maior motivo, ultrapassando doenças como diabetes e hipertensão. Com o objetivo de coordenar esforços globais e convocar os países para atuarem em prol da melhoria da segurança viária, a Organização das Nações Unidas (ONU) decretou, em 2010, o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ação pela Segurança no Trânsito”.

Em 2030, os acidentes de trânsito devem se tornar a 7ª maior causa de óbitos no mundo, matando mais do que doenças como diabetes e hipertensão

Na prática, a entidade passou a direcionar e apoiar o desenvolvimento de planos regionais e nacionais que permeiam cinco pilares para o tema: Gestão da Segurança Viária; Vias mais seguras e mobilidade; Veículos mais seguros; Conscientização dos usuários; e Resposta ao acidente. Na busca por atender a esse chamado, os países subdesenvolvidos e em desenvolvimento têm diante de si uma árdua tarefa, uma vez que concentram as mais altas taxas de mortalidade no trânsito – com índices médios de respectivamente 21,5 e 19,5 óbitos por 100 mil habitantes –, enquanto os países desenvolvidos registram taxas de 10,3 óbitos por 100 mil
habitantes.

E as expectativas não são nada otimistas, visto que nos países de baixa e média renda o
número de usuários motorizados avança mais rapidamente. Como se não bastasse o prejuízo social, são nos países subdesenvolvidos e em desenvolvimento que ocorrem os maiores impactos econômicos devido à insegurança viária.
Estima-se que eles percam entre 1% e 2% dos seus PIBs devido aos acidentes.
A reversão desse quadro, no entanto, é viável. Já é possível observar progresso na missão de reduzir a insegurança viária globalmente. Entre 2007 e 2010, dados da OMS mostram que o número de mortes no trânsito caiu em 88 países, sendo 42 de alta renda, 41 de média renda e de baixa renda. Resultado esse que decorre de esforços multissetoriais e da atuação em rede, que permitem a participação integrada de agentes governamentais, privados, do terceiro setor e da sociedade civil, para o desenvolvimento de ações planejadas e direcionadas sob a gestão de uma agência independente.

A Argentina, por exemplo, após ter seu índice de mortalidade no trânsito aumentado de 11,4 para 14,5 a cada 100 mil habitantes, no período de 2005 a 2008, conseguiu reduzir significativamente esse índice ao atuar em conjunto com a sociedade, e ao criar um órgão central para supervisionar as províncias na implantação de programas de segurança viária.
Com a iniciativa, o país diminuiu o número de vítimas fatais no trânsito para 12,6/100 mil hab. O Chile também alcançou bons resultados: em menos de vinte anos, reduziu seu índice de mortalidade de 17,1 para 12,3/100 mil hab. Atuando no tema desde 1994, o país criou a Comissão Nacional de Segurança do Trânsito (CONASET), investiu em sinalização e em ações educativas para atingir o seu objetivo. Apesar dos bons exemplos, o trabalho crítico precisa ser intensificado.

A adesão unânime por parte dos países membros da ONU à “Década de Ação pela Segurança no Trânsito” indica uma crescente e significativa conscientização de que a escalada devastadora de acidentes de trânsito é hoje uma preocupação de saúde pública e de desenvolvimento global.
O Brasil também aderiu ao chamamento e prontificou-se a fazer sua parte, convocando órgãos do governo, a iniciativa privada e a sociedade civil para o enfrentamento da grave realidade da segurança viária do país. Já em 2010, desenhou uma importante proposta, o “Plano Nacional de Redução de Acidentes e Segurança Viária para a Década 2011-2020”, 3.400 pessoas morrem em acidentes de trânsito todos os dias no mundo. Ao ano, são mais de 1,3 milhão de vítimas fatais enquanto cerca de 50 milhões ficam feridas cidadãos que se ferem ou perdem a vida nessas ocorrências. Além disso, é evidentemente necessário oferecer informações confiáveis que possam servir de base para análises e à realização de práticas que contribuam para uma mudança significativa do cenário atual da segurança viária no Brasil.

O documento oferece um cruzamento de dados da Associação Nacional dos Transportes Públicos (ANTP), da Confederação Nacional do Transporte (CNT), do Datasus – Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde, do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e da Organização Mundial da
Saúde (OMS). Algumas de suas principais conclusões giram em torno dos obstáculos atuais que o Brasil precisa enfrentar para mudar sua realidade: melhora das condições de trafegabilidade das vias, aumento no número de campanhas educativas e de conscientização dos usuários, ampliação da fiscalização no trânsito, e a fragilidade em torno da geração e coleta de dados relacionados à violência no trânsito. Para mostrar como é importante a gestão. Em 2012, 45.689 pessoas morreram devido a acidentes de trânsito no Brasil. Isso significa um óbito a cada 12 minutos integrada das informações, o cruzamento desses dados permitiu, por exemplo, verificar que os acidentes aconteceram no perímetro urbano e em quase 374,8 mil km de rodovias federais e estaduais, dos quais, de acordo com o DNIT, somente 47,1% são pavimentados.
A “Pesquisa CNT de Rodovias 2013” avaliou 176 mil km de rodovias pavimentadas, e concluiu que dessas somente 26% possuem boas condições de tráfego. Isso significa que apenas 12% das rodovias brasileiras são bem avaliadas.
Outra informação importante é que, com esses acidentes, de acordo com um estudo conservador do IPEA/ANTP de 2003, a sociedade brasileira gastou R$ 16,12 bilhões com os acidentes de trânsito.
A região que lidera o ranking de óbitos no trânsito no Brasil, em números absolutos, é a Sudeste, com 16.133 vítimas fatais. Em seguida aparecem, nesta ordem, Nordeste (13.522), Sul(7.653), Centro-Oeste (4.587) e Norte (3.794).
O ranking de óbitos acompanha, desse modo, o de população. Todavia, ao considerarmos o
indicador de óbitos por 100 mil habitantes, o cenário é bem diferente: o Centro-Oeste tornase
a região mais preocupante, com 31,8 óbitos por 100 mil hab., seguido por Sul (27,6),
Nordeste (25,1), Norte (23,3) e por último o Sudeste (19,8).

Quanto ao perfil das vítimas, os motociclistas constituem 36,2% dos óbitos e 55% dos feridos devido a acidentes de trânsito, sendo que as motos representam 26,4% da frota brasileira de veículos. Como o número de motocicletas se expande em velocidade muito superior que a dos outros tipos de veículos – enquanto a frota de carros entre 2001 e 2012 dobrou, a de motos mais que quadruplicou –, o número de óbitos e de feridos com motociclistas pode crescer ainda mais.

O Brasil já possui leis bastante completas no tema que,se fiscalizadas, contribuirão para a melhoria da
segurança viária compõem a situação preocupante da segurança viária no Brasil. Ao observar o
panorama completo, que será mostrado a seguir, é possível concluir ainda que o país já possui leis bastante completas e punições cada vez mais rígidas que, se seguidas à risca, vão contribuir de forma efetiva para a organização do trânsito e a consequente melhora da qualidade de vida dos usuários. Mas, para que o respeito a essas leis se concretize, é necessário aprimorar a fiscalização.
Obs: Texto extraído do Retrato da segurança viária no país

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