sexta-feira, 19 de maio de 2017

Acidentes de Trânsito

A insegurança no trânsito é um problema mundial crescente e alarmante. Ainda que muitos países se esforcem para reduzir a quantidade de acidentes, eles são hoje uma das maiores causas de óbitos no mundo, tirando a vida de mais de 1,3 milhão de pessoas por ano.
Para se ter uma ideia do quão preocupante é o quadro, os acidentes de trânsito eram em 2012 a 9ª maior causa global de óbitos. E, se nada de significativo for feito, a previsão da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que em 2030 passem a ser o 7ª maior motivo, ultrapassando doenças como diabetes e hipertensão. Com o objetivo de coordenar esforços globais e convocar os países para atuarem em prol da melhoria da segurança viária, a Organização das Nações Unidas (ONU) decretou, em 2010, o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ação pela Segurança no Trânsito”.

Em 2030, os acidentes de trânsito devem se tornar a 7ª maior causa de óbitos no mundo, matando mais do que doenças como diabetes e hipertensão

Na prática, a entidade passou a direcionar e apoiar o desenvolvimento de planos regionais e nacionais que permeiam cinco pilares para o tema: Gestão da Segurança Viária; Vias mais seguras e mobilidade; Veículos mais seguros; Conscientização dos usuários; e Resposta ao acidente. Na busca por atender a esse chamado, os países subdesenvolvidos e em desenvolvimento têm diante de si uma árdua tarefa, uma vez que concentram as mais altas taxas de mortalidade no trânsito – com índices médios de respectivamente 21,5 e 19,5 óbitos por 100 mil habitantes –, enquanto os países desenvolvidos registram taxas de 10,3 óbitos por 100 mil
habitantes.

E as expectativas não são nada otimistas, visto que nos países de baixa e média renda o
número de usuários motorizados avança mais rapidamente. Como se não bastasse o prejuízo social, são nos países subdesenvolvidos e em desenvolvimento que ocorrem os maiores impactos econômicos devido à insegurança viária.
Estima-se que eles percam entre 1% e 2% dos seus PIBs devido aos acidentes.
A reversão desse quadro, no entanto, é viável. Já é possível observar progresso na missão de reduzir a insegurança viária globalmente. Entre 2007 e 2010, dados da OMS mostram que o número de mortes no trânsito caiu em 88 países, sendo 42 de alta renda, 41 de média renda e de baixa renda. Resultado esse que decorre de esforços multissetoriais e da atuação em rede, que permitem a participação integrada de agentes governamentais, privados, do terceiro setor e da sociedade civil, para o desenvolvimento de ações planejadas e direcionadas sob a gestão de uma agência independente.

A Argentina, por exemplo, após ter seu índice de mortalidade no trânsito aumentado de 11,4 para 14,5 a cada 100 mil habitantes, no período de 2005 a 2008, conseguiu reduzir significativamente esse índice ao atuar em conjunto com a sociedade, e ao criar um órgão central para supervisionar as províncias na implantação de programas de segurança viária.
Com a iniciativa, o país diminuiu o número de vítimas fatais no trânsito para 12,6/100 mil hab. O Chile também alcançou bons resultados: em menos de vinte anos, reduziu seu índice de mortalidade de 17,1 para 12,3/100 mil hab. Atuando no tema desde 1994, o país criou a Comissão Nacional de Segurança do Trânsito (CONASET), investiu em sinalização e em ações educativas para atingir o seu objetivo. Apesar dos bons exemplos, o trabalho crítico precisa ser intensificado.

A adesão unânime por parte dos países membros da ONU à “Década de Ação pela Segurança no Trânsito” indica uma crescente e significativa conscientização de que a escalada devastadora de acidentes de trânsito é hoje uma preocupação de saúde pública e de desenvolvimento global.
O Brasil também aderiu ao chamamento e prontificou-se a fazer sua parte, convocando órgãos do governo, a iniciativa privada e a sociedade civil para o enfrentamento da grave realidade da segurança viária do país. Já em 2010, desenhou uma importante proposta, o “Plano Nacional de Redução de Acidentes e Segurança Viária para a Década 2011-2020”, 3.400 pessoas morrem em acidentes de trânsito todos os dias no mundo. Ao ano, são mais de 1,3 milhão de vítimas fatais enquanto cerca de 50 milhões ficam feridas cidadãos que se ferem ou perdem a vida nessas ocorrências. Além disso, é evidentemente necessário oferecer informações confiáveis que possam servir de base para análises e à realização de práticas que contribuam para uma mudança significativa do cenário atual da segurança viária no Brasil.

O documento oferece um cruzamento de dados da Associação Nacional dos Transportes Públicos (ANTP), da Confederação Nacional do Transporte (CNT), do Datasus – Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde, do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e da Organização Mundial da
Saúde (OMS). Algumas de suas principais conclusões giram em torno dos obstáculos atuais que o Brasil precisa enfrentar para mudar sua realidade: melhora das condições de trafegabilidade das vias, aumento no número de campanhas educativas e de conscientização dos usuários, ampliação da fiscalização no trânsito, e a fragilidade em torno da geração e coleta de dados relacionados à violência no trânsito. Para mostrar como é importante a gestão. Em 2012, 45.689 pessoas morreram devido a acidentes de trânsito no Brasil. Isso significa um óbito a cada 12 minutos integrada das informações, o cruzamento desses dados permitiu, por exemplo, verificar que os acidentes aconteceram no perímetro urbano e em quase 374,8 mil km de rodovias federais e estaduais, dos quais, de acordo com o DNIT, somente 47,1% são pavimentados.
A “Pesquisa CNT de Rodovias 2013” avaliou 176 mil km de rodovias pavimentadas, e concluiu que dessas somente 26% possuem boas condições de tráfego. Isso significa que apenas 12% das rodovias brasileiras são bem avaliadas.
Outra informação importante é que, com esses acidentes, de acordo com um estudo conservador do IPEA/ANTP de 2003, a sociedade brasileira gastou R$ 16,12 bilhões com os acidentes de trânsito.
A região que lidera o ranking de óbitos no trânsito no Brasil, em números absolutos, é a Sudeste, com 16.133 vítimas fatais. Em seguida aparecem, nesta ordem, Nordeste (13.522), Sul(7.653), Centro-Oeste (4.587) e Norte (3.794).
O ranking de óbitos acompanha, desse modo, o de população. Todavia, ao considerarmos o
indicador de óbitos por 100 mil habitantes, o cenário é bem diferente: o Centro-Oeste tornase
a região mais preocupante, com 31,8 óbitos por 100 mil hab., seguido por Sul (27,6),
Nordeste (25,1), Norte (23,3) e por último o Sudeste (19,8).

Quanto ao perfil das vítimas, os motociclistas constituem 36,2% dos óbitos e 55% dos feridos devido a acidentes de trânsito, sendo que as motos representam 26,4% da frota brasileira de veículos. Como o número de motocicletas se expande em velocidade muito superior que a dos outros tipos de veículos – enquanto a frota de carros entre 2001 e 2012 dobrou, a de motos mais que quadruplicou –, o número de óbitos e de feridos com motociclistas pode crescer ainda mais.

O Brasil já possui leis bastante completas no tema que,se fiscalizadas, contribuirão para a melhoria da
segurança viária compõem a situação preocupante da segurança viária no Brasil. Ao observar o
panorama completo, que será mostrado a seguir, é possível concluir ainda que o país já possui leis bastante completas e punições cada vez mais rígidas que, se seguidas à risca, vão contribuir de forma efetiva para a organização do trânsito e a consequente melhora da qualidade de vida dos usuários. Mas, para que o respeito a essas leis se concretize, é necessário aprimorar a fiscalização.
Obs: Texto extraído do Retrato da segurança viária no país

sábado, 29 de abril de 2017

Jeová-Nissi


quinta-feira, 20 de abril de 2017

Cristo, Salvator mundi

Romanos 10.9-11 Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação. Porquanto a Escritura diz: Todo aquele que nele crê não será confundido.

Paulo explica  Dt 30.14 , citado no v.  8 . Ter a mensagem de Deus nos LÁBIOS  é dizer que  Jesus é Senhor.
Ter a mensagem no CORAÇÃO é  crer que Deus ressuscitou Jesus.“Jesus é Senhor”1Co 12.3 ;Fp 2.9-11 .

Rm 10.5-21  Paulo, agora, diz que a boa notícia de como a pessoa é aceita por Deus vale para todos, judeus e não judeus (. Só pode crer quem ouve a mensagem, pois “a fé vem por ouvir a mensagem”. Israel podia crer? Claro, pois ouviram a mensagem.
Para provar isso, Paulo cita várias passagens do AT (ver  Rm 1.2 , n.).somos aceitos por Deus… somos salvos  Duas maneiras de falar sobre a salvação daqueles que creem em Cristo e o confessam como Salvador.
Para provar isso, Paulo cita várias passagens do AT, as Escrituras Sagradas dizem  Is 28.16  de acordo com a Septuaginta ( Rm 9.33 ).

A lei chegou ao fim,  em vez de  chegou ao fim , o texto original também pode ser traduzido por “a lei foi cumprida” ( Rm 8.3-4 ;  Mt 5.17 ). Com a vinda de Cristo, Deus não aceita ninguém com base na lei. O evangelho de Cristo mostra como a pessoa é aceita por Deus, mediante esta pessoa crer, receber e confessar com a sua boca que Jesus Cristo é Senhor do seu coração e de toda a sua vida.      ( Rm 1.16-17 ;  9.30 ;  1Co 1.30 ;  Gl 3.24 ).

Se fosse ainda não recebeu Jesus Cristo como seu Salvador receba-o, pois Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida e NINGUÉM vai ao Pai se não for por Ele!!!


quinta-feira, 30 de março de 2017

Interview Dr. Rodrigo Silva and Jô Soares



Jesus Christ was among us, see this video. Super interesting.
Although many try to demoralize the Christian faith, the truth is that Jesus Christ is the savior of the humanity, without him the man is doomed to the eternal suffering.

MATERIALISMO NÃO



Evangelho Segundo São Mateus Capitulo 3. 4-12

Usava João vestes de pelos de camelo e um cinto de couro; a sua alimentação eram gafanhotos e mel silvestre.Então, saíam a ter com ele Jerusalém, toda a Judeia e toda a circunvizinhança do Jordão; e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados.   Vendo ele, porém, que muitos fariseus e saduceus vinham ao batismo, disse-lhes: Raça de víboras, quem vos induziu a fugir da ira vindoura?   
Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento;e não comeceis a dizer entre vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos afirmo que destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão.   
Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo.  
Eu vos batizo com água, para arrependimento; mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.   A sua pá, ele a tem na mão e limpará completamente a sua eira; recolherá o seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível.

domingo, 12 de março de 2017

Louvor





Festividade dos Adolescentes, na AD de Arcozelo - Paty do Alferes, Filial de Miguel Pereira - RJ

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Calvário



Festividade dos Adolescentes na AD de Arcozelo, Paty do Alferes - RJ - Brasil
7º Aniversário - Tema: Reconhecendo os benefícios do Calvário 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Oleiro no museu Haaretz

Jeremias 18.1-10 Palavra do Senhor que veio a Jeremias, dizendo:Dispõe-te, e desce à casa do oleiro, e lá ouvirás as minhas palavras.   
Desci à casa do oleiro, e eis que ele estava entregue à sua obra sobre as rodas.Como o vaso que o oleiro fazia de barro se lhe estragou na mão, tornou a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe pareceu. Então, veio a mim a palavra do Senhor:Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? —diz o Senhor; eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel.   
No momento em que eu falar acerca de uma nação ou de um reino para o arrancar, derribar e destruir, se a tal nação se converter da maldade contra a qual eu falei, também eu me arrependerei do mal que pensava fazer-lhe.E, no momento em que eu falar acerca de uma nação ou de um reino, para o edificar e plantar, se ele fizer o que é mau perante mim e não der ouvidos à minha voz, então, me arrependerei do bem que houvera dito lhe faria.

Comentário:
(3396 A.M.; 608 a.C.)  Desça  Parece que o lugar onde faziam potes de barro ficava  na  descida   para  o vale de Ben-Hinom,  perto  do  Portão dos   Cacos (Jr 19.2). Deus parece sempre estar na contra mão do sistema deste mundo, o mundo nos ensina fazer o possível para subir, o Senhor nos ensina fazer se necessário o impossível para descer, a sua Palavra nos ensina a não querer sentar-se nos lugares mais nobre, a não ser que seja convidado pelo dono do banquete. 

O oleiro trabalhando é uma figura do Deus que tem o mundo em suas mãos 18.3  trabalhando com o barro sobre a roda de madeira  Naquele tempo, os potes de barro eram bastante comuns. Eram feitos de forma artesanal, como é mostrado aqui.
Deus como Criador, Senhor e Todo-Poderoso tem o poder de tratar com, indivíduos, famílias, cidades, países e todo o Globo da terra e Universo; não há como escapar das suas mãos, dos seus olhos, por isso a sua Palavra nos afirma, ´´Feliz é NAÇÃO cujo Deus é o JHVH``.   

Então a mensagem é, se essa nação… abandonar a sua maldade, então eu mudarei de ideia  Jr 26.3,13 Ao cumprir suas ameaças e promessas, Deus não age como se fora um destino cego; ao contrário, ele leva em conta a reação das pessoas às quais ele se dirige ( Ez 33.10-20 ). Um exemplo de como Deus muda de ideia aparece no Livro de Jonas ( Jn 3.9-10 ).

Hoje é dia de arrepender-se e se converter ao Senhor, se obedecermos a Ele comeremos o melhor desta terra, se o desobedecermos a terra negara o seu fruto e seus mananciais de água. Lembre-se você é somente um vaso, pode ser quebrado, rachado, moldado e queimado.
 

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Cerimônia Fúnebre: Funeral

Todo Pastor, Presbítero ou Dirigente de congregação deve estar pronto para realizar um cerimonial fúnebre, ( funeral ), é uma oportunidade p...